Eu costumo dizer que algumas pessoas nascem predestinadas a uma profissão, a um ramo artístico, à política, e dou exemplos: Pelé nasceu para o futebol: o nosso querido Ayrton Senna veio ao mundo para ser um dos maiores pilotos da história da fórmula 1; Elis Regina nasceu para cantar; Paulo Moura, que nos deixou há poucos dias, pintou aqui na terra para ser músico, isso apenas para citar alguns exemplos.
No campo da política, que é onde se localiza o tema que quero abordar, eu sempre disse que se alguém deixasse Leonel Brizola falar, acabaria se convencendo de que branco é preto e preto é branco; de que focinho de porco é tomada e de que bife ali na mesa é o mesmo que bife à milanesa.
Lula é a mesma coisa. Se bobear, melhor que Brizola!
Mas a empolgação é seu calcanhar de Aquiles. Quando ele se vê diante de uma platéia e sente a possibilidade de fazer uma afirmação que mostre o quanto ele é destemido e possa lhe trazer algum dividendo político, principalmente em época de eleições, ele viaja, e quase sempre escorrega.
Na última terça-feira (13/07), por exemplo, na solenidade de lançamento do famoso trem-bala, ele usou uma frase que mostra o pouco caso com que hoje é tratado o dinheiro público “nesse país”.
