Quando comecei a namorar, lá por volta de mil novecentos e vovó menina, a coisa funcionava de forma bem diferente. Ou você era ou não era namorado de alguém. Você tinha ou não tinha um compromisso. Não havia esse negócio de "eu acho isso", "eu penso aquilo", até porque, e aí talvez esteja a maior razão da mudança, os pais chegavam junto, estavam sempre aconselhando. Mas hoje tudo mudou, não sei se para melhor ou pior. Vocês é que vão me dizer depois de lerem o texto.
Ontem, 15 de agosto, foi o "Dia do Solteiro". Não sei quem inventou a data, mas ela existe e vem gerando uma dúvida atroz nos corações femininos e masculinos: nos dias atuais, onde a regra é a liberdade (libertinagem, para muitos) quando é que os solteiros (e até mesmo os casados, em algumas situações) podem afirmar, com certeza, que têm um(a) namorado(a)?
