Li um dia destes que "a arte sempre foi uma dos grandes instrumentos da propaganda e publicidade. Desde o pôster "Belle Époque" anunciando um show em um cabaré local, passando pelo novo jingle do banco transmitido pelo rádio até a produção cinematográfica recheada de efeitos especiais para a nova propaganda de refrigerantes na TV. Como ferramenta a arte às vezes se confunde com a propaganda, mas raramente ela é o diferencial em foco ou a verdadeira motivação por trás de uma campanha.
Curiosamente, com o passar do tempo ficou claro para todos que a arte e a propaganda sempre andavam de mãos dadas de maneira direta e objetiva: a arte tornava a propaganda agradável (e portanto mais funcional) e a propaganda impulsiona a popularidade daquela peça, forma ou estilo de arte. Obviamente as forças de mercado afetaram essa simbiose provocando uma espécie de ciclo envolvendo o uso de uma arte (ou artista) mais popular para impulsionar a popularização do produto ou serviço vendido, tornando o artista ainda mais famoso e o produto idem".
