O surgimento dos moradores de rua é um dos reflexos da exclusão social.
A cada ano, mais indivíduos utilizam a rua como moradia, o que pode ser explicado pela ausência de vínculos familiares, desemprego, violência, perda da autoestima, alcoolismo, uso de drogas, doença mental, entre outros fatores.
Entre os anos de 2007 e 2008, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome realizou uma pesquisa em 71 cidades brasileiras com população superior a 300 mil habitantes, com destaque para as capitais (à exceção de Belo Horizonte, Recife, São Paulo e Porto Alegre), cujos dados revelaram que, à época, haviam 31.922 indivíduos que utilizam as ruas como moradia, número bastante respeitável se consideramos que cidades com elevada densidade demográfica não foram incluídas no estudo.
