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20 agosto 2013

Rejeição: dor que não tem remédio

Foto: reprodução

Guy Winch, doutor em psicologia e especialista em terapia de casais, autor da obra Emotional First Aid (Primeiros Socorros Emocionais), lançado há pouco nos Estados Unidos, afirma que o sentimento de rejeição talvez seja a ferida psicológica mais comum e frequente na vida de cada um. Segundo ele, não há quem não tenha sido desprezado em uma brincadeira nos tempos de criança, no momento do convite para uma festa, perdido um emprego ou sofrido uma desilusão amorosa.

03 março 2012

Seu coração está partido? Paracetamol nele!

Não! Eu não estou brincando! O paracetamol ajuda a combater as dores de um coração partido e rejeitado. Há muitos anos os psicólogos dizem isso, e os médicos agora confirmam: a dor do amor faz um mal terrível ao ser humano. O que a maioria das pessoas ainda não sabe é que uma simples dose de paracetamol pode ajudar a aliviar esse tipo de sofrimento, tão comum em nossas vidas. Afinal, quem nunca chorou por um amor perdido?

A ideia surgiu em um estudo realizado por neurocientistas que descobriram que a dor emocional e dor física são processadas pela mesma área no cérebro. Eles também concluíram que os sentimentos feridos – provocados por um parceiro – podem responder aos analgésicos.

19 dezembro 2010

A primeira vez que chorei por uma mulher...

Eu tinha apenas 17 anos de idade quando conheci Dagmar. Ela era linda! O tipo da mulher que os padrões de hoje classificariam como “sexy”, ou na linguagem mais popular, “gostosa”. Trabalhava em um escritório de advocacia que ficava nos fundos da organização contábil onde ela era técnica em contabilidade. Olhava-a de longe, com medo que ela percebesse. Ela era mais velha que eu cerca de 4 ou 5 anos. Ouvi dizer que tinha um filho. Eu me apaixonei por ela e me contentava em vê-la passar e sorrir pra mim. Ela me despertava os mais loucos desejos, mas na verdade, o que eu tinha muita vontade de fazer era deitar minha cabeça no colo dela e não pensar em mais nada, esquecer do mundo.

Tinha raiva de todos os homens que a olhavam, como se ela fosse uma "coisa" que eles poderiam usar a qualquer momento e depois jogar fora. Alguns iam ao escritório do meu antigo patrão só pra admirá-la, mas ela se mostrava indiferente a todos os gracejos e insinuações. Cumprimentava a todos com educação, mas nunca a vi com ninguém.