Mostrando postagens com marcador musas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador musas. Mostrar todas as postagens

12 fevereiro 2013

Musas das escolas de samba do Rio de Janeiro

Cris Vianna - Imperatriz Leopoldinense

No último post, o Dando Pitacos mostrou as musas das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo. Agora é a vez do Rio de Janeiro.

O desfile iniciado pela Inocentes de Belford Roxo no domingo (10/02), foi encerrado na madrugada desta terça-feira (12/02) pela Vila Isabel.

11 fevereiro 2013

Musas das escolas de samba de São Paulo

Juju Salimeni - Mancha Verde


As escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo passaram pelo Sambódromo do Anhembi na sexta-feira e no sábado (08 e 09/02). O desfile foi aberto pela Acadêmicos do Tatuapé, que homenageou a cantora Beth Carvalho. A Águia de Ouro, com o enredo sobre o sambista João Nogueira, fechou o desfile.

20 janeiro 2013

10 belos motivos pra você gostar de tênis

Gertrude "Gussie" Moran


Gertrude "Gussie" Moran, morreu no último dia 16. Ex-tenista, aos 25 anos ela surpreendeu o mundo do tênis ao entrar em quadra com uma sainha curta e calcinha de babado, num torneio de tênis no meio do século passado. Jogadora de bons recursos técnicos, Moran chegou a ser a quarta melhor tenista dos Estados Unidos, finalista de duplas em Wimbledon, disputando, inclusive, as semifinais do Aberto dos EUA. Mas o que a marcou de verdade foi a saia curta e o apelido "Maravilhosa Gussie", dado pela imprensa britânica.

06 agosto 2010

Musas da Playboy aos 47 anos de idade


O suplemento Revista O Globo, que veio encartado no O Globo de domingo passado (01/08) trouxe na capa uma foto de Magda Cotrofe, e em seu interior uma interessante reportagem sobre a revista Playboy, que está comemorando 35 anos.

Renato Lemos é o pai da matéria, que fala da enorme expectativa da Playboy em relação à capa de agosto, que tentará "bater a venda de 500 mil exemplares, um recorde nos últimos tempos", com a atriz Cléo Pires.

Segundo a Revista o Globo, a Playboy "chegou às bancas em 1975, com o nome de A revista do Homem (com a marca Playboy impressa pequenininha embaixo), como forma de driblar a censura, que implicava com a péssima fama da original americana". De lá pra cá, a ditadura acabou, a revista mudou de nome, os cachês foram pagos em seis moedas diferentes, o Photoshop salvou reputações, o encalhe nas bancas enterrou outras, os piercings viraram fetiche, o biquíni asa-delta apareceu e desapareceu, as bundas estiveram sempre no topo, os seios aumentaram e as vendas - bombardeadas pela concorrência da pornografia na internet - diminuíram".