Mostrando postagens com marcador veja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador veja. Mostrar todas as postagens

24 junho 2013

Os lulopetistas conseguiram o que queriam. Agora somos Nós x Eles

Foto: reprodução

Já falei aqui sobre as críticas aos blogueiros que copiam e postam o texto de alguém em seu blog, o que alguns chamam de plágio e até mesmo roubo de conteúdo. Disse na ocasião que não concordo com tais atitudes, com uma ressalva: não vejo nada de errado em copiar e tentar divulgar o que é bom, bonito, bem feito, bem escrito, que tem conteúdo, dando, sem esquecer, é claro, os créditos que o autor merece. É o caso do texto abaixo, que estou publicando, sem tirar nem por uma vírgula sequer, contrariando até mesmo o formato padrão do Dando Pitacos. Confira!

16 novembro 2011

"Amazonças": mulheres e natureza na visão de Otto Weisser

Em sua coluna na Veja, Ricardo Setti postou algumas fotos incríveis de Otto Weisser, fotógrafo e diretor de vídeos, esclarecendo que ele nasceu em Zurique, na Suíça, mas viveu a maior parte de sua vida no Brasil, "embora suas fotos tenham rodado o mundo e frequentado grandes revistas da Europa e dos Estados Unidos, sem contar as múltiplas exposições que realizou".

Setti explica que Otto especializou-se em fotografar e filmar mulheres, de preferência morenas, com os lábios de um batom muito vermelho, nuas ou seminuas, em praias ou piscinas, sempre mostradas sob um sol tropical, criando um estilo que dezenas de fotógrafos passaram a imitar.

Ele também esclarece que Otto Weisser, parceiro de Hans Doner, gênio visual da Rede Globo, em uma série de projetos, há algum tempo voltou o seu olhar para a Amazônia.

21 agosto 2011

Corrupção: basta!!!

Hoje, logo de manhã, li a coluna escrita por Ruth de Aquino para a revista Época (nº 692 - 22 agosto 2011).

Baseada em reportagem de Roberto Kovalick, correspondente da Rede Globo na Ásia, ela escreveu que “o dinheiro e as barras de ouro estavam em cofres e carteiras de vítimas do tsunami no Japão. Em casas e empresas destruídas. Nas ruas, entre escombros e lixo. Ao todo, o equivalente a R$ 125 milhões. Dinheiro achado não tem dono. Certo? Para centenas ou milhares de japoneses que entregaram o que encontraram à polícia, a máxima de sua vida é outra: não fico com o que não é meu. E em quem eles confiaram? Na polícia, que localizou as pessoas em abrigos ou na casa de parentes e já conseguiu devolver 96% do dinheiro”.