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| Remanescentes de Mata Atlântica do Nordeste (foto: Adriano Gambarini) |
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05 junho 2013
Mata Atlântica sofre maior desmatamento desde 2008
04 junho 2009
TODOS CONTRA O MEIO AMBIENTE
O texto abaixo, aqui postado em sua forma original, foi enviado pelo amigo GABRIEL BERTRAN, um incansável defensor das causas ambientais, está publicado no blog ÁRVORES PARA SEMPRE!
Este blog às vezes pode parecer negativo demais, eu reconheço; mas eu pergunto a vocês, amigos, como podemos agir de outra forma diante de tantos absurdos praticados contra o meio-ambiente, principalmente aqui no Brasil?
E o contra-senso é total: em um momento que as tragédias associadas ao Aquecimento Global estão aí, na cara de todos (enchentes ano passado em Santa Catarina e este ano no Nordeste, seca recorde no Sul do país e muitos outros fatores), os governantes, os ruralistas e as televisões parecem associar-se contra a preservação do pouco que resta preservado de nossa natureza. Senão vejamos, resumidamente, algumas ações recentes. Vamos nos concentrar apenas nestes últimos 5 meses ou pouco mais:
- Aprovação do criminoso "código ambiental" em Santa Catarina (deveria se chamar "código de destruição"), o qual permite que as propriedades rurais praticamente não tenham mais mata ciliar (5 metros não é nada), dentre vários outros absurdos;
- A TV Bandeirantes desencadeou campanha deslavada contra as leis ambientais, enganando a população ao dizer que tais leis "travam o desenvolvimento do Brasil";
- Fazem coro junto com este canal de TV o ministro da agricultura Reinhold Stephanes, a ministra da casa civil "mãe do pac" Dilma Roussef, o "ministro americano" Mangabeira Unger e mais uma série de outros funcionários do primeiro escalão do (des)governo, todos contra as leis ambientais e a favor de um "desenvolvimentismo" suicida, típico dos governos militares dos anos 60 e 70;
- O fanfarrão "lulla", o qual se diz presidente, deu voz a esta campanha, com suas blasfêmias de dizer que as obras que "eççe paíz precisa" não vão pra frente por causa do bagre, da perereca, etc., bem como dizer que se existissem leis ambientais nos anos 50, Brasilia não existiria, dentre outras idiotices típicas de quem não estudou e faz discurso sem o menor embasamento;
- Com esse empenho todo, o mesmo presidente decreta lei que permite a destruição de nossas cavernas (o que o país vai ganhar destruindo estes importantes abrigos de biodiversidades quase extintas, bem como de sítios arqueológicos?), autorizando também a "doação" de terras Amazônicas aos mesmos criminosos que destruíram quase 20% da (ainda) maior floresta tropical do mundo (ou seja, ser criminoso neste país realmente continua compensando) e, o pior, aprova leis incentivando a abertura e asfaltamento de estradas nos locais mais remotos e (ainda) preservados da Floresta Amazônica (isto é uma decretação de pena de morte para a floresta);
- Para completar, a bancada ruralista no congresso tenta aprovar lei que dá autonomia a estados e municípios para legislarem da forma que bem entenderem sobre as questões ambientais, o que dá força a absurdos como esta lei catarinense e criará mais uma série de brechas para o desmatamento pelo país afora (como se já não desmatassem sem respeitar nada, imaginem amparados pela lei!).
Eu não estou me lembrando de todos os absurdos dos últimos meses. Sei que, enquanto isso, tenta-se enfraquecer mais um ministro do meio-ambiente, deixando o midiático Carlos Minc ainda mais fraco do que já é em suas ações.
Tem horas que nós, como ambientalistas que somos, perdemos quase todas as esperanças. Foram anos de conquistas de ONGs sérias como SOS Mata Atlântica, Greenpeace, WWF, Ipê, etc., as quais passaram a década de 80 lutando por aprovações de leis que freassem a destruição violenta pela qual a natureza passou nos últimos séculos, e que agora se vêem desmoralizadas por governos e TVs populistas, que de uma hora pra outra resolveram colocar a população contra os ambientalistas, contra a preservação!
O Brasil já é um país cuja população, por natureza, despreza o meio-ambiente. É só ver nas cidades o quanto de árvores são cortadas pelos próprios moradores, sem saber o quanto o verde os beneficia; a imensa impermeabilização das cidades que causa enchentes astronômicas; o descaso com o lixo, que é jogado em ruas, rios e córregos e quase nunca reciclado. Indo para o meio rural, basta ver o desprezo de grande parte dos agricultores pelo "mato", que deve ser cortado e queimado a todo custo. Enfim, práticas que vêm de longe e que mostram que a consciência ambiental tinha que começar na casa, na cabeça de cada um. E o pouco de avanço que podemos ter tido vai por água abaixo com este discurso errôneo de que "preservação ambiental é atraso".
Enquanto isso, num plano macro, não se investe em energias alternativas, como solar e eólica. Só se fomenta inundações dantescas na Floresta Amazônica para construir hidrelétricas (que além de acabarem com a floresta, geram gás metano e levam pobreza e sujeira às regiões próximas); fomenta-se mais usinas termoelétricas, queimando óleo e carvão; investe-se no transporte rodoviário até em áreas preservadas, quando o ferroviário poluiria menos e não impactaria as margens da via; etc.
Como se vê, o movimento ambientalista está sendo sistematicamente atacado e enfraquecido. A população acha que isso beneficia a elas, mas o que tentou-se mostrar com este movimento é que o planeta não agüenta mais tanta destruição de seus recursos naturais. Se todo o mundo quiser consumir como os Estados Unidos, precisaremos de 3 a 4 planetas, o que não temos. Então é uma coisa lógica: a preservação tem sim que ser lei, e partir de cada cidadão, até chegar a grandes corporações e governos. Mas não adianta, eles querem continuar agindo como se estivessem na década de 70, quando comemorava-se a abertura de estradas na Amazônia, festejava-se a poluição das indústrias de Cubatão, tudo como sendo "símbolos do desenvolvimento". Até o slogan "ninguém segura esse país" o lulla quer reeditar. Mal sabe ele o quanto isso é perigoso! Porque este país (e o mundo) vão ter que parar "na marra", se continuarmos assim. E à custa de muitas vidas, perdidas de forma trágica. E isto já começou, com enchentes, doenças e outras conseqüências numa proporção nunca vista antes, só não enxerga quem não quer... E este governo não quer! Será que só as próximas gerações saberão cobrar?
Este blog às vezes pode parecer negativo demais, eu reconheço; mas eu pergunto a vocês, amigos, como podemos agir de outra forma diante de tantos absurdos praticados contra o meio-ambiente, principalmente aqui no Brasil?
E o contra-senso é total: em um momento que as tragédias associadas ao Aquecimento Global estão aí, na cara de todos (enchentes ano passado em Santa Catarina e este ano no Nordeste, seca recorde no Sul do país e muitos outros fatores), os governantes, os ruralistas e as televisões parecem associar-se contra a preservação do pouco que resta preservado de nossa natureza. Senão vejamos, resumidamente, algumas ações recentes. Vamos nos concentrar apenas nestes últimos 5 meses ou pouco mais:
- Aprovação do criminoso "código ambiental" em Santa Catarina (deveria se chamar "código de destruição"), o qual permite que as propriedades rurais praticamente não tenham mais mata ciliar (5 metros não é nada), dentre vários outros absurdos;
- A TV Bandeirantes desencadeou campanha deslavada contra as leis ambientais, enganando a população ao dizer que tais leis "travam o desenvolvimento do Brasil";
- Fazem coro junto com este canal de TV o ministro da agricultura Reinhold Stephanes, a ministra da casa civil "mãe do pac" Dilma Roussef, o "ministro americano" Mangabeira Unger e mais uma série de outros funcionários do primeiro escalão do (des)governo, todos contra as leis ambientais e a favor de um "desenvolvimentismo" suicida, típico dos governos militares dos anos 60 e 70;
- O fanfarrão "lulla", o qual se diz presidente, deu voz a esta campanha, com suas blasfêmias de dizer que as obras que "eççe paíz precisa" não vão pra frente por causa do bagre, da perereca, etc., bem como dizer que se existissem leis ambientais nos anos 50, Brasilia não existiria, dentre outras idiotices típicas de quem não estudou e faz discurso sem o menor embasamento;
- Com esse empenho todo, o mesmo presidente decreta lei que permite a destruição de nossas cavernas (o que o país vai ganhar destruindo estes importantes abrigos de biodiversidades quase extintas, bem como de sítios arqueológicos?), autorizando também a "doação" de terras Amazônicas aos mesmos criminosos que destruíram quase 20% da (ainda) maior floresta tropical do mundo (ou seja, ser criminoso neste país realmente continua compensando) e, o pior, aprova leis incentivando a abertura e asfaltamento de estradas nos locais mais remotos e (ainda) preservados da Floresta Amazônica (isto é uma decretação de pena de morte para a floresta);
- Para completar, a bancada ruralista no congresso tenta aprovar lei que dá autonomia a estados e municípios para legislarem da forma que bem entenderem sobre as questões ambientais, o que dá força a absurdos como esta lei catarinense e criará mais uma série de brechas para o desmatamento pelo país afora (como se já não desmatassem sem respeitar nada, imaginem amparados pela lei!).
Eu não estou me lembrando de todos os absurdos dos últimos meses. Sei que, enquanto isso, tenta-se enfraquecer mais um ministro do meio-ambiente, deixando o midiático Carlos Minc ainda mais fraco do que já é em suas ações.
Tem horas que nós, como ambientalistas que somos, perdemos quase todas as esperanças. Foram anos de conquistas de ONGs sérias como SOS Mata Atlântica, Greenpeace, WWF, Ipê, etc., as quais passaram a década de 80 lutando por aprovações de leis que freassem a destruição violenta pela qual a natureza passou nos últimos séculos, e que agora se vêem desmoralizadas por governos e TVs populistas, que de uma hora pra outra resolveram colocar a população contra os ambientalistas, contra a preservação!
O Brasil já é um país cuja população, por natureza, despreza o meio-ambiente. É só ver nas cidades o quanto de árvores são cortadas pelos próprios moradores, sem saber o quanto o verde os beneficia; a imensa impermeabilização das cidades que causa enchentes astronômicas; o descaso com o lixo, que é jogado em ruas, rios e córregos e quase nunca reciclado. Indo para o meio rural, basta ver o desprezo de grande parte dos agricultores pelo "mato", que deve ser cortado e queimado a todo custo. Enfim, práticas que vêm de longe e que mostram que a consciência ambiental tinha que começar na casa, na cabeça de cada um. E o pouco de avanço que podemos ter tido vai por água abaixo com este discurso errôneo de que "preservação ambiental é atraso".
Enquanto isso, num plano macro, não se investe em energias alternativas, como solar e eólica. Só se fomenta inundações dantescas na Floresta Amazônica para construir hidrelétricas (que além de acabarem com a floresta, geram gás metano e levam pobreza e sujeira às regiões próximas); fomenta-se mais usinas termoelétricas, queimando óleo e carvão; investe-se no transporte rodoviário até em áreas preservadas, quando o ferroviário poluiria menos e não impactaria as margens da via; etc.
Como se vê, o movimento ambientalista está sendo sistematicamente atacado e enfraquecido. A população acha que isso beneficia a elas, mas o que tentou-se mostrar com este movimento é que o planeta não agüenta mais tanta destruição de seus recursos naturais. Se todo o mundo quiser consumir como os Estados Unidos, precisaremos de 3 a 4 planetas, o que não temos. Então é uma coisa lógica: a preservação tem sim que ser lei, e partir de cada cidadão, até chegar a grandes corporações e governos. Mas não adianta, eles querem continuar agindo como se estivessem na década de 70, quando comemorava-se a abertura de estradas na Amazônia, festejava-se a poluição das indústrias de Cubatão, tudo como sendo "símbolos do desenvolvimento". Até o slogan "ninguém segura esse país" o lulla quer reeditar. Mal sabe ele o quanto isso é perigoso! Porque este país (e o mundo) vão ter que parar "na marra", se continuarmos assim. E à custa de muitas vidas, perdidas de forma trágica. E isto já começou, com enchentes, doenças e outras conseqüências numa proporção nunca vista antes, só não enxerga quem não quer... E este governo não quer! Será que só as próximas gerações saberão cobrar?
07 abril 2009
CANAL DE TV FAZ CAMPANHA CONTRA O AMBIENTALISMO
Nossos canais de televisão nunca foram totalmente imparciais em suas coberturas jornalísticas. Eu sempre preferi me informar mais pela mídia impressa do que pela televisiva, quase sempre sensacionalista e, muitas vezes, tendenciosa, até pelo nível de cobertura que atingem na população em geral. Esta grande influência da televisão às vezes é até positiva, em alguns casos, mas muitas vezes serve mais à manipulação da grande massa, e temos inúmeros exemplos disso ao longo dos nossos mais de 50 anos de televisão no Brasil.
Destes canais, um dos que eu considerava que tinha um jornalismo um pouco mais independente era a TV Bandeirantes, principalmente frente ao jornalismo "chapa branca" da líder TV Globo (até por esta ser, em geral, sempre aliada dos governos em exercício, sejam eles quaise forem, com raras exceções). Mas o pouco de admiração que eu tinha pela Band está caindo por terra.
Tenho acompanhado neste canal uma crescente campanha contra o ambientalismo no Brasil. Primeiro por matérias tendenciosas em seus jornais, como a que pede mudanças no Código Florestal Brasileiro, para que este seja mais permissivo aos agricultores (como se até hoje não se tivesse desmatado nada - já perdemos quase todos os nossos grandes biomas e agora o Amazônico é a ultima fronteira que está sendo pilhada sistematicamente).
O maior flagrante desta campanha "anti-ambientalista" é a repetição sistemática, durante a programação, de trechos de uma destas reportagens, mostrando produtores rurais mineiros que foram presos por crimes ambientais (talvez um caso isolado, pois raramente prende-se por este tipo de crime no Brasil). Não vou nem discutir a medida tomada pelas autoridades mineiras, talvez houvessem meios menos radicais de punir os agricultores, através de recomposição de matas, educação ambiental, etc. O problema é o tom dramático que a Bandeirantes imprime a esta verdadeira propaganda anti-ambientalista, com orquestração de fundo e dando a entender que somente os produtores rurais teriam razão, não indo a fundo na questão ambiental. E terminam a campanha com o slogan : "Se o código florestal não mudar, o Brasil vai parar".
Complementa-se a campanha com amplas matérias mostrando a precariedade das estradas que cortam o norte do Mato Grosso, atrapalhando o transporte da soja. Bem, para começar, estas estradas nem deveriam estar lá, pois aumentam a pressão sobre a Floresta Amazônica e o estado do Amazonas (o mais preservado por enquanto) será a próxima vítima. Mas isto nem é cogitado. O jornalismo da Bandeirantes parece trabalhar apenas em nome do "desenvolvimentismo", modelo este que já se viu falido, com muitos exemplos na Grande São Paulo e Baixada Santista, por exemplo, regiões que acabaram com seus rios e florestas em nome de um desenvolvimento industrial a qualquer custo, deixando um passivo de terras e águas tão poluídas que talvez nem em 100 anos consigam ser limpas. Hoje as enchentes e a poluição atmosférica são apenas a ponta do iceberg no que resultou este "desenvolvimentimo". Desenvolvimentismo que acabou com as florestas de araucárias no Paraná, em menos de 50 anos de exploração intensiva, alterando sensivelmente o clima, acabando com a biodiversidade e hoje deixando milhares de agricultores sem água, principalmente no oeste do estado. Os mesmos que desmataram são os que reclamam do "clima" hoje. Ninguém conta os serviços ambientais gratuitos que as florestas trazem! E, finalmente, o exemplo mais visível de todos, a tragédia das enchentes e desabamentos em massa em Santa Catarina, causadas pela combinação das mudanças climáticas mundiais com o desmatamento local, que acabou com a capacidade do solo de absorver a água e com as florestas de protegerem as encostas. E ainda por cima vêm os parlamentares catarinenses e aprovam, na semana que passou, uma lei para diminuir as reservas legais! Tudo na contra-mão, e esta lei vai de encontro com o que a TV Bandeirantes prega: diminuir as reservas legais em todo o País! Isso para, supostamente, "beneficiar" o agricultor! Ao contrário do que estes irresponsáveis jornalistas pregam, esta diminuição vai deixar a lavoura com menos água e com terra de pior qualidade. No estado de São Paulo alguns agricultores que recompõe a mata em suas propriedades já colhem os ganhos de produção. Não é preciso plantar em toda a área, mas se deixar eles plantam até dentro dos rios! A solução passaria por educação ambiental, programas de qualificação de propriedades para a agricultura orgânica e ecológico, mas nisso ninguém fala na televisão!
A campanha da Bandeirantes culminou na entrevista do ministro da agricultura, Reinhold Stephanes, no programa Canal Livre do dia 01/03/09. Era notória a tonalidade tendenciosa dos entrevistadores, jornalistas de grande credibilidade como Joelmir Betting, Fernando Mitre e Antonio Teles. Direcionavam as perguntas enfatizando o "absurdo das reservas legais" e a "perseguição aos agricultores", "tornando-os bandidos"; frases proferidas até de forma violenta, para incentivar, ainda mais, o ministro membro das elites agrárias que devastaram o Paraná, a apoiar ainda mais as iniciativas de liberalização do desmatamento! E nos intervalos comerciais (em todos), dá-lhe a mesma reportagem sobre os agricultores mineiros! Lavagem cerebral no telespectador é apelido! Na semana seguinte, no dia 08/03/09, o mesmo programa fez um "mea culpa", chamando o midiático ministro do meio-ambiente, Carlos Minc, mas mesmo assim fazendo alguns "flash-backs" com imagens do ministro da agricultura no programa anterior. O ministro Minc, como sempre saindo pela tangente, conseguiu driblar as perguntas tendenciosas dos entrevistadores, não apresentando (como sempre) soluções definitivas, mas defendendo ao menos a preservação da Amazônia. E o próprio Minc se comprometeu a não endurecer mais o código florestal...
De fato não deveríamos "endurecer" o código, mas simplesmente aplicá-lo, aliado a um bom programa de requalificação de propriedades, até para que os agricultores gerem renda a partir da floresta e ganhem pela preservação. Mas não se fala nisso. Aí é minha opinião, de que nem o governo está certo na aplicação da lei, porque ela está sendo aplicada de forma errada e em muitos casos nem aplicada. E também não estão certos os que combatem esta lei, porque ela está aí é para preservar o pouco que resta de nossa natureza, de forma que nós mesmos, habitantes da nave Terra, sobrevivamos!! Os ambientalistas, em sua maioria, não são sonhadores nem radicais: são apenas realistas e baseiam-se em estudos científicos. O desenvolvimentismo dos anos 60/70 não pode voltar, mas o (des)governo atual tem uma forte tendência para voltar a este modelo, via PAC e outros planos eleitoreiros. O meio-ambiente está em segundo plano. Mas ninguém percebe que ele permeia tudo!
No momento atual temos que tomar cuidado com estas tentativas de retrocesso, como a que presenciamos em Santa Catarina e espalha-se por todo o Brasil. Pode ser nossa última chance de mudarmos para um modelo que a todos beneficia! Mas os que sempre produziram de forma predatória, não querem largar seus costumes, não querem "largar o osso". Mas é questão crucial até para ELES sobreviverem!
Voltando à TV Bandeirantes, não vou nem questionar quem pode estar financiando esta campanha contra o ambientalismo. Não é muito difícil concluir, visto o grupo ter um canal voltado ao meio rural, o "Terra Viva". Mas aí são suposições. De qualquer forma este respeitado grupo de mídia trabalha contra os brasileiros, pois o afrouxamento das leis ambientais condenará todos nós à morte..
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