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03 fevereiro 2015

Graça Foster deixa o comando da Petrobras

Graça Foster (foto: reprodução)

O Palácio do Planalto ainda não divulgou a informação, mas já comunicou à presidente da Petrobras, Graça Foster, que ela será substituída no cargo, já que a "presidenta" Dilma Rousseff, que até aqui a segurou na chefia da megaestatal, convenceu-se de que a posição da amiga e executiva é insustentável, principalmente depois que a empresa tornou pública a necessidade de baixar seus ativos em R$ 88 bilhões por causa da corrupção e ineficiência no planejamento e execução de projetos.

29 dezembro 2014

Assaltantes da Petrobras entregavam dinheiro a domicílio

Foto: reprodução

Nos últimos dez anos, Rafael Ângulo Lopez, de 61 anos e dupla nacionalidade, brasileira e espanhola, cruzou o país em todas as direções com verdadeiras fortunas em dinheiro vivo escondidas sob as roupas para serem entregues aos figurões da nossa democrática República em hotéis, apartamentos, escritórios, estacionamentos, postos de gasolina e aeroportos.

26 dezembro 2014

Agora é uma cidade americana que move ação coletiva contra Petrobras

Graça Foster e Dilma Rousseff (foto: reprodução)

Primeiro foram investidores americanos. Agora é uma cidade inteira que está processando a Petrobras nos Estados Unidos. Na véspera de Natal, a cidade de Providence, capital do estado de Rhode Island, fez distribuir uma ação coletiva contra a estatal brasileira, duas de suas subsidiárias internacionais e vários membros de sua diretoria, onde se inclui a presidente Maria das Graças Foster. Os investidores argumentam que adquiriram papéis da petrolífera com preços inflados em razão dos contratos superfaturados à base de propina.

12 dezembro 2014

Gerente que alertou diretoria da Petrobras sobre desvios foi demitida

Venina Velosa da Fonseca (foto: reprodução)

Depois denunciar o esquema de corrupção, a ex-gerente executiva da Diretoria de Refino e Abastecimento da Petrobras, Venina Velosa da Fonseca, que trabalhou sob as ordens do ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, foi transferida para Cingapura, do outro lado do mundo, e depois demitida da empresa, após vinte e quatro anos de efetivos serviços prestados. Em outras palavras, bem antes da deflagração da Operação Lava Jato pela Polícia Federal - PF, a direção da Petrobras já havia sido alertada sobre a ocorrência de irregularidades em contratos da estatal, sem que nenhuma providência efetiva fosse tomada para conter os desvios bilionários, e o pior de tudo, ainda destituiu do cargo a executiva que tentou barrar o esquema de corrupção.