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28 novembro 2013

Filha de Genoino: "tenho vergonha do meu país"

José Genoino, no dia da prisão (foto: reprodução)

Miruna Genoino, filha de José Genoino (PT-SP), ex-presidente do Partido dos Trabalhadores - PT e deputado federal licenciado, criticou ontem (27/11) o parecer da junta médica determinada pelo ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal - STF, afirmando que sente vergonha do Brasil, revoltada, acredito, com o resultado da perícia. Como boa parte dos seguidores de Genoino, ela também acha que o deputado é vítima de perseguição política. Daí sua revolta contra o país, que na sua visão "deixa que se condene uma pessoa à pena de morte...".

02 setembro 2013

Liminar de Ministro do STF anula sessão que rejeitou cassação de Donadon

Natan Donadon (foto: reprodução)

A sessão da Câmara da última quarta-feira (28/08) que rejeitou a cassação do mandato do deputado Natan Donadon foi suspensa através de uma liminar concedida nesta segunda-feira (02/09) pelo ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal - STF. Na sessão sob referência, um dos atos mais imorais praticados por aquela Casa na história política do Brasil, 233 deputados, em votação secreta, manifestaram-se a favor da cassação, o que não foi suficiente, já que eram necessários pelo menos 257 votos. Na ocasião, 131 deputados votaram a favor do parlamentar condenado, enquanto 41 se abstiveram. Donadon está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, desde o dia 28 de junho último, cumprindo a pena de 13 anos que lhe foi imposta pelo maior Corte de justiça do país pelos crimes de peculato e formação de quadrilha.

29 agosto 2013

Câmara corrupta protege parlamentar corrupto. Fato!

Foto: reprodução

Em votação secreta realizada ontem (28/08), a Câmara dos Deputados rejeitou a cassação do mandato do deputado federal Natan Donadon, atualmente sem partido. Dos 405 parlamentares presentes à sessão, 233 votaram pela cassação, acatando parecer aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, número insuficiente para decretar a perda do mandato de Donadon, já que para isso eram necessários 257 votos.

10 agosto 2013

Ministros nomeados por Dilma podem favorecer réus do mensalão

Foto: reprodução

Algo de muito podre começa a se desenhar no horizonte do reino da Dinamarca. Adotando entendimento contrário ao que ficou decidido ano passado no julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal - STF resolveu, na última quinta-feira (08/08), que quem deve decidir sobre a cassação de mandato do parlamentar condenado é o Congresso, decisão tomada no julgamento da ação penal contra o senador Ivo Cassol, condenado a 4 anos e 8 meses de prisão.

17 dezembro 2012

STF decide pela perda de mandato dos deputados condenados no mensalão


Após quatro meses e meio e 53 sessões, o Supremo Tribunal Federal - STF concluiu nesta segunda-feira (17/12) o julgamento do processo do mensalão. A Corte decidiu condenar 25 dos 38 réus do processo, fixou as punições de cada um, além de definir que os três deputados federais, João Paulo Cunha (PT-SP), condenado a 9 anos e 4 meses de reclusão; Valdemar da Costa Neto (PR-SP), punido com 7 anos e 10 meses, e Pedro Henry (PP-MT), apenado em 7 anos e 2 meses de prisão, terão que deixar seus mandatos.

31 agosto 2011

No Brasil, em se plantando tudo dá

Por incríveis secretos e descarados 265 votos contra apenas 166, o plenário da Câmara dos Deputados absolveu a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), rejeitando o pedido de cassação de seu mandato por ela ter sido flagrada recebendo dinheiro do operador e denunciante do esquema do mensalão do DEM em Brasília, Durval Barbosa, num vídeo gravado em 2006 e tornado público em março de 2011. Abstiveram-se de votar 20 deputados. Uma vergonha!

A defesa de Jaqueline alegou que seu mandato não poderia ser cassado porque ela não era deputada em 2006, quando o fato ocorreu, com o que não concordou o relator do processo, Carlos Sampaio (PSDB-SP), que insistiu na cassação, argumentando que o fato só se tornou público quando ela já havia tomado posse.

Na carta que enviou ao Rei de Portugal, D. Manuel, em abril de 1500, quando a armada de Cabral aportou no Brasil, Pero Vaz de Caminha escreveu: