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15 janeiro 2013

De Cabral a Cabral: 512 anos de genocídio

Jovem protesta contra a demolição do antigo Museu do Índio

Com uma única canetada e um despacho de apenas duas linhas, publicado no Diário Oficial da última sexta-feira (11/01), o prefeito Eduardo Paes concedeu a licença necessária para o Estado demolir o antigo Museu do Índio, que é ocupado por índios de diversas etnias desde 2006. A medida, parte de um conjunto de iniciativas que visam a reurbanização do entorno do Maracanã com vistas à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016, contraria parecer do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural, aprovado por unanimidade em 12 dezembro do ano passado, em razão da importância histórica do prédio.

04 dezembro 2010

A história da marvada

Você alguma vez ouviu contar a história da pinga? Isso mesmo: cachaça, aguardente! Eu confesso que já ouvi muitas lendas, mas essa eu não conhecia. Segundo dizem, o texto está no Museu do Homem do Nordeste, em Recife – PE, o que tentei confirmar via internet, mas não consegui. Vamos pingar?

Conta o escrito que no Brasil de antigamente, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo, mas não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Um dia, porém, cansados de tanto mexer e com outras tarefas ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou. O que fazer? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo, fermentado.

Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo, e levaram os dois ao fogo. Resultado: o “azedo” do melado antigo era álcool, que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome “pinga”. Quando a “pinga” batia nas costas dos escravos marcadas com as chibatadas dos feitores, ardia muito, daí teria surgido a expressão “água-ardente”. Quando a “pinga” caía em seus rostos e escorria até a boca, os escravos ficavam alegres e com vontade dançar. A partir daí, sempre que era possível, eles se reuniam debaixo da goteira para rir e dançar!

E por falar em cachaça, dê uma olhadinha nesse texto que circula pela internet. Não sei se você vai concordar, mas o autor, que é desconhecido, deve ter morrido de cirrose!


Pra curar sua paixão, beba pinga com limão;

Pra curar sua amargura, beba pinga sem mistura;
Contra dor de cotovelo, beba cachaça com gelo;
Contra falta de carinho: cachaça, cerveja e vinho!
Se brigar com a namorada, beba pinga misturada;
Se brigar com a mulher, beba pinga na colher;
Quem dá amor e não recebe, mistura todas e bebe;
E se alguém te faz sofrer, beba para esquecer!!!
Pra curar seu sofrimento, beba pinga com fermento;
Pra esquecer um falso amor, beba pinga com licor;
Pra acalmar seu coração, beba até cair no chão;
E se a vida não tem graça, encha a cara de cachaça!!!
Pra você ganhar no bicho, beba uma no capricho;
Pra ganhar na loteria, beba pinga na bacia;
Pra viver sempre feliz, beba pinga com raiz;
E se você não tem sorte… beba pinga ate a morte!!!
Se essa vida de cão só te faz sofrer, o remédio é beber…