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26 maio 2014

Dez razões para chorar com a novela "Em Família"

Gabriel Braga e Bruna Marquezine (foto: reprodução) 

Segundo Joãozinho Trinta, o povão gosta mesmo é de luxo, já que a miséria é preferência dos intelectuais, máxima que se aplica aos adeptos das novelas, principalmente as da Globo, onde não faltam riqueza e glamour, mas a lógica e o bom senso passam sempre longe. "Em família" é um exemplo disso. Tida como o carro-chefe da emissora, com média IBOPE de 30 pontos na Grande São Paulo, o que mostra que ela está na telinha de apenas 1.950 milhão de lares (um ponto equivale a 65 mil lares), a trama, que conta a história de uma heroína chata, revoltada com o relacionamento da filha com seu ex-amor, um galã pesadelo e sem sal, provoca sono em alguns momentos e incredulidade em outros.

19 julho 2010

A riqueza dos políticos

A reportagem que você vai ler abaixo está na revista Época (julho de 2010 - nº 635). Ela serve para traçar um parâmetro entre o estado de miséria de parte da população brasileira, como os desabrigados pelas últimas chuvas no Rio de Janeiro, Alagoas e Pernambuco, e a riqueza imensurável da maioria dos nossos políticos, homens e mulheres (quem diria, elas também se adaptaram ao sistema) eleitos para a defesa dos interesses da sociedade, mas que se locupletam em detrimento dela, valendo-se, para isso, de todas as manobras possíveis e imagináveis.

O trabalho jornalístico, que é assinada por Leandro Loyola e Marcelo Rocha, baseia-se em levantamento feito a partir do patrimônio declarado pelos candidatos citados ao Tribunal Superior Eleitoral - TSE.

Leia com atenção:

"Votar é um ato simples, mas requer um raciocínio prévio que a cada dia fica menos simples. Os brasileiros nunca tiveram tantas informações para conhecer os candidatos antes de decidir em quem votar. Informações sobre a vida pregressa, a atuação dos políticos quando governaram, como eles votaram no parlamento, como gastaram suas verbas de custeio pessoal, se cometeram crimes, se são investigados por mau uso do dinheiro público e quanto dinheiro possuem. Desde 2002, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) obriga os candidatos a apresentar uma lista com seus bens. Apesar de algumas falhas, essa declaração abre aos eleitores a chance de ter uma noção da situação financeira dos candidatos.