O Campo do Frade, na Bacia de Campos - RJ, que é operado pela empresa americana Chevron, está derramando petróleo na costa Fluminense desde a quarta-feira da semana passada (09/11), e até agora nenhuma providência efetiva foi tomada pelas autoridades brasileiras. O governo e a Petrobras, sócia da Chevron no poço, dizem que a solução do problema cabe aos americanos, mas a Chevron, que não dá mínima para o que nós estamos pensando, só se comunica através de notas à imprensa, onde os detalhes sobre a gravidade da situação são mínimos. Quase nada se sabe acerca das providências tomadas pela empresa para conter o vazamento, apenas que a Polícia Federal, que sobrevoou o local na última terça-feira (15/11), lá não conseguiu ver todos os navios que a Chevron diz estar utilizando para controlar o problema. A mancha de óleo provocada pelo vazamento é tão grande que já foi captada pelos satélites da Nasa.
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18 novembro 2011
14 outubro 2011
Omissão que destrói e mata
A tragédia que atingiu ontem o Rio de Janeiro - RJ poderia ter acontecido em qualquer outro Estado do país. A explosão de uma casa comercial, causada por botijões de gás que não poderiam estar sendo utilizados no local, matou três pessoas e feriu outras dezessete, além de causar enormes prejuízos materiais em seu entorno. Qual seria a causa de ocorrências como essa? Desrespeito do comerciante pelas regras de postura em vigor? Claro que sim, e ele deve ser punido por isso. Mas e a omissão dos órgãos de fiscalização?
A Agência Nacional de Petróleo - ANP não fiscalizou, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro permitiu o funcionamento de um estabelecimento por três anos com um alvará "provisório", e o Corpo de Bombeiros, quem diria, não sabia da existência do restaurante, apesar de de ter vistoriado o prédio no ano passado.
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