Numa postagem datada de 30 de julho de 2010 e intitulada "Mulheres violentadas", contei aqui a absurda história de Aisha, uma jovem de apenas 18 anos, que teve o nariz e as orelhas cortadas por ordem do Talibã simplesmente "por fugir da casa da família do marido". A imagem do rosto de Aisha, dilacerado pela brutalidade ditada por costumes e tabus religiosos medievais, correu o mundo, e foi parar na capa da "Time".
Naquela oportunidade, procurei enriquecer meu texto com a reportagem "Afeganistão - Um Inferno para as mulheres", publicada na edição nº 2165, da revista Veja, com a assinatura da jornalista Thaís Oyama. Na ocasião, ela escreveu que "nove anos depois da queda do regime do Talibã, as afegãs continuam pagando a parte mais pesada da conta do fundamentalismo religioso.




