Mostrando postagens com marcador Afeganistão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Afeganistão. Mostrar todas as postagens

02 dezembro 2011

Família afegã é queimada com ácido por não permitir casamento da filha

Numa postagem datada de 30 de julho de 2010 e intitulada "Mulheres violentadas", contei aqui a absurda história de Aisha, uma jovem de apenas 18 anos, que teve o nariz e as orelhas cortadas por ordem do Talibã simplesmente "por fugir da casa da família do marido". A imagem do rosto de Aisha, dilacerado pela brutalidade ditada por costumes e tabus religiosos medievais, correu o mundo, e foi parar na capa da "Time".

Naquela oportunidade, procurei enriquecer meu texto com a reportagem "Afeganistão - Um Inferno para as mulheres", publicada na edição nº 2165, da revista Veja, com a assinatura da jornalista Thaís Oyama. Na ocasião, ela escreveu que "nove anos depois da queda do regime do Talibã, as afegãs continuam pagando a parte mais pesada da conta do fundamentalismo religioso.

Cão é adotado por família de soldado morto no Afeganistão

Conrad Lewis, soldado britânico, morreu há cerca de seis meses em combate no Afeganistão. Foi lá que ele conheceu um cão vira-latas que acabou se tornando seu amigo inseparável de todas as horas.

Com a morte de Lewis, ele ficou sozinho no inferno da guerra, mas a família do jovem conseguiu levá-lo para a Inglaterra, onde ele vai passar o Natal com os novos amigos.

Essa comovente história de amizade entre um homem e seu cão está correndo o mundo. A família de Lewis tomou conhecimento da existência do animalzinho no Natal passado, quando ele, de férias na cidade de Claverdon - Inglaterra, contou detalhes sobre o vira-latas e a amizade entre ambos, e manifestou sua intenção de trazer o animal para casa e batizá-lo com o nome de Peg.

- Nosso filho morreu na batalha e agora estamos com seu melhor amigo - disseram os pais do soldado em entrevista ao The Sun.

07 agosto 2010

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Mais um ato de selvageria cometido em nome da intolerância religiosa. Mais uma lição de violência do povo afegão. E o pior de tudo, cometido contra um grupo de profissionais médicos que estava no país para prestar ajuda e assistência médica às populações carentes. Uma das vítimas, o optometrista americano Tom Little, por exemplo, trabalhava no Afeganistão há mais de 30 anos. Isso mesmo, 30 anos de ajuda à população miserável do Afeganistão. O prêmio? A morte! Todos estavam desarmados, e foram mortos a tiros numa emboscada. O motivo? Muito grave, podem acreditar! Segundo o Talibã, os médicos estariam pregando o cristianismo...

30 julho 2010

Mulheres violentadas


A imagem que ilustra esta postagem é muito forte. Em nome de alguns estômagos mais fracos talvez se devesse evitar a sua exposição. Mas isso significaria fechar os olhos, tapar os ouvidos e calar diante da barbárie.

Se assim agíssemos estaríamos nos juntando à imensa legião de hipócritas que em nome de tradições religiosas ou pura índole de violência finge não enxergar a brutalidade que o mundo ainda pratica contra a mulher, por ação ou omissão.

A foto aí ao lado foi publicada na capa da revista norte-americana Time, edição desta semana, e mostra a face de Aisha, uma tímida jovem de apenas 18 anos, que foi sentenciada pelo Talibã a ter seu nariz e orelhas cortados "por fugir da casa da família do marido", segundo o editorial da revista.

16 abril 2009

Violência contra a mulher

Cerca de 300 (trezentas) mulheres afegãs foram ontem às ruas de CABUL, mesmo contra uma multidão três vezes maior, para protestar contra uma lei que legaliza o estupro dentro do casamento, além de restringir direitos das mulheres.

Segundo a lei, o marido tem o direito de fazer sexo não consentido com sua mulher, a cada 04 (quatro) dias, ao que ela só pode opor-se se estiver doente ou possa ser machucada durante a penetração.

- Sempre que um homem quer sexo, não podemos recusar - disse FATIMA HUSSEINI, de 26 anos, uma das manifestantes.

A lei traz de volta a lembrança do Talibã, o regime que governou o AFEGANISTÃO entre 1996 e 2001, época em que a mulher era obrigada a usar burcas que lhe cobriam todo o corpo e as proibia de sair de casa sem ser acompanhada de um parente do sexo masculino.

Como se pode ver, a mulher ainda é submetida, em vários pontos do mundo, a situações de verdadeira humilhação, a políticas de absurda opressão e regimes religiosos injustificáveis.

No protesto em questão um grupo de mulheres favoráveis à lei, o que é incrível, saiu de uma mesquita e dirigiu-se às revoltosas, gritando: "Deus é magnânimo"! Elas empunhavam cartazes onde se lia "justiça islâmica"!

Mesmo considerando as conquistas dos últimos anos, é preciso avançar nos direitos da mulher! A sociedade precisa se mobilizar para dar a ela o valor merecido, pondo fim a conceitos e regras que a estigmatizam desde que o mundo é mundo!

Aliás, estranho mundo esse em que vivemos!