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26 janeiro 2014

Apuração sobre uso de helicópteros por Sérgio Cabral é arquivada

Sérgio Cabral (foto: reprodução)

Sustentando que o uso das aeronaves "se justificava por questões de segurança e otimização de tempo", o procurador-geral de justiça do Rio de Janeiro, Marfan Martins Vieira, determinou o arquivamento da investigação sobre o uso de helicópteros do Estado por parte do governador Sérgio Cabral (PMDB) e seus familiares, em parecer emitido no último dia 17, que ainda depende da análise do Conselho Superior da instituição.

06 agosto 2013

Sergio Cabral: mais perdido que cego em tiroteio

Foto: montagem/Dando Pitacos

Desde que começaram os protestos de rua no Rio de Janeiro, o nosso querido Sergio Cabral (PMDB) parece mais perdido do que cego em tiroteio. No início, prepotente, julgando-se o rei da cocada preta, ele mandou a polícia baixar o pau nos manifestantes, com direito a balas de borracha, gás lacrimogênio e outras coisas do gênero. Como a turma não correu da raia e continuou nas ruas, ele emitiu um decreto criando um grupo para investigar o movimento, com quebra de sigilo e o escambau, ideia logo abandonada. Depois, como Madalena arrependida, reconheceu que não manteve o "necessário diálogo" com a sociedade. Há poucos dias, resolveu que o Parque Aquático Júlio Delamare e o Estádio de Atletismo Célio de Barros, que ele mandou botar no chão, não mais seriam demolidos, pondo em risco o processo de privatização do Maracanã. Depois de utilizar a frota de helicópteros do governo para levar a passear a família, amigos, e até o Juquinha, seu cachorrinho de estimação, ele baixou novo decreto, estabelecendo regras para o uso das aeronaves, coisa do tipo porta arrombada, tranca de ferro, típica do político que quer jogar pra galera.  Ontem (05/08), ele postou nas redes sociais a informação de que outro imóvel ameaçado de demolição no entorno do Maracanã, a Escola Municipal Friedenreich, será preservada. Que home bão, não é verdade?

17 julho 2012

Garotinho entrega 68 quilos de documentos que comprovariam atos corruptos de Cabral

Em termos políticos, não sei dos dois qual é o pior. Na minha opinião, são farinha do mesmo saco. Mas a disputa pelo poder pode, quem sabe, trazer algum benefício para o cidadão honesto do Rio de Janeiro - RJ.

Desde que surgiram as denúncias envolvendo o nome de políticos ao contraventor Carlinhos Cachoeira e à Construtora Delta, o governador Sérgio Cabral parece ter perdido a língua. Nem mesmo em relação às imagens em que ele e alguns de seus secretários de governo aparecem junto de Fernando Cavendish, o homem da Delta, em Paris, ele disse muita coisa. Preferiu a tática do silêncio, até porque, pensamento comum entre os da classe política, a memória do povo é curta.

Mas o problema de Sérgio Cabral não se restringe à lembrança do povo. É muito mais sério, e atende pelo nome de Anthony Garotinho (PR-RJ).

29 abril 2012

Sérgio Cabral e Fernando Cavendish dançando na "boquinha da garrafa" em Paris

Na edição de ontem (28/04), o Jornal Nacional mostrou a odisseia enfrentada todos os dias pelo técnico em eletricidade Paulo Roberto Santos Junior. Ele sai de Japeri, na Baixada Fluminense, às 5h30 da manhã e só chega ao seu local de trabalho cerca de duas horas e 30 minutos depois. Logo, para ir e voltar do trabalho, ele consome cerca de cinco horas, numa jornada que envolve caminhada a pé, passa pelos trens da Supervia e termina no Metrô.

- É estressante, cansativo. Perco mais tempo no trânsito do que produzindo - comenta Paulo Roberto.

O Censo 2010 do IBGE mostrou que Japeri, onde Paulo Roberto mora, é a cidade brasileira onde os moradores levam mais tempo para chegar ao trabalho.

Das 27.329 pessoas empregadas, 20,6% levam mais de duas horas no deslocamento. Em todo o país, sete milhões de brasileiros levam mais de uma hora de casa até o emprego, e o Rio de Janeiro, acredite, é o campeão de demora nessa jornada.

O problema, é preciso reconhecer, não é novo. Há 40 anos atrás, eu fui passageiro da Rede Ferroviária Federal, substituída pela Flumitrens, que deu lugar à CBTU, que há alguns anos transferiu o imbróglio para a Supervia.

O que mudou de lá pra cá? Absolutamente nada! E os governos, o que fizeram além das promessas demagógicas de sempre? Também nada, absolutamente nada!

08 junho 2011

SOS bombeiros!!!

A corrupção não é invenção de brasileiros, mas aqui vem se aperfeiçoando como em nenhum outro lugar do planeta. O motivo? A impunidade. No Brasil, via de regra, políticos e funcionários públicos não são processados pelos crimes cometidos. E pior, em alguns casos, como acontece no Poder Judiciário, o infrator da lei é mandado para casa com polpudas aposentadorias. Por isso, a cultura da corrupção vai sendo disseminada e tomando conta da sociedade.

E quem alimenta esse processo somos nós, os cidadãos de bem. Pagamos impostos para fomentar o favorecimento de parentes, amigos e parceiros políticos: o governo federal tem atualmente cerca de 93.000 cabides de emprego, gente que ganha sem trabalhar. Quando os recursos ficam escassos, aumenta-se os impostos, mas quanto mais pagamos, menos recebemos dos malditos governantes.