Sou um apaixonado pela Fórmula 1 desde os tempos de Emerson Fittipaldi. De lá pra cá vi correr grandes pilotos como Michele Alboreto, Jean Alesi, Michael Andretti, Jacky Ickx, James Hunt, José Carlos Pace, Jacques Laffite, Niki Lauda, Nigel Mansell, Ronie Peterson, Alain Prost, Clay Regazzoni, Carlos Reutemann, Jackie Stewart, Gilles Villeneuve e Michael Schumacher, entre outros.
Além de Emerson Fittipaldi, nosso primeiro grande campeão na categoria, e de Nelson Piquet, um nome quase esquecido, acredito até que pelas atitudes tomadas fora das pistas, o Brasil teve o privilégio de acordar em suas manhãs de domingo ao som dos gritos das vitórias de Ayrton Senna, o maior de todos eles, na minha opinião, é claro.
Felipe Massa é um piloto regular, que até pode vir a ser campeão, mas o meu destaque hoje é para Rubens Barrichello, um grande piloto, a quem sorte esqueceu. Sua maior chance de se tornar um campeão, e capacidade para isso não lhe falta, veio quando ele se sentou no cockpit da Ferrari, infelizmente, na mesma época de Michael Schumacher, que sempre teve a preferência da equipe italiana. Dizem até que as vantagens do alemão estavam previstas nos contratos assinados por ambos com a Casa de Maranello. Mas isso é passado...
