A literatura de cordel, conhecida no Brasil como folheto, inspiração de um dos grandes sucessos da Globo, a novela Cordel Encantado, segundo o portal Wikipédia, "é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores".
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06 fevereiro 2012
08 dezembro 2011
Associação de cornos vende coleção de chifres
José Adauto Caetano, 63 anos, é o presidente da "Associação dos Homens Mal Amados do Ceará", que é mais conhecida como "associação dos cornos". Ele decidiu vender sua coleção de chifres. O acervo da instituição é composto por 70 peças (chifres, claro), que se fazem acompanhar de 3 mil livrinhos sobre todos os tipos de corno. Tem troféu e até cabide de chifre. Segundo Caetano, já apareceram alguns compradores para peças individuais, o que não interessa. Ele só vende a coleção completa, por R$ 15 mil, esclarecendo que ela é a primeira e única no mundo, daí todo o seu "valor sentimental".
09 maio 2011
Cordel Encantado
No meio de tanta violência, sexo e drogas, a televisão, enfim, nos brinda com Cordel Encantado, uma história que, segundo Thelma Guedes, uma das autoras, “é uma incursão ao imaginário mítico brasileiro”, um sonho onde será criado um mundo “com verdade, com sentimentos e personagens muito humanos”.
A nova trama do horário das 18h da Rede Globo mistura romance e ação, além do humor recomendável ao horário, e o mais interessante: põe de um lado o encantamento da realeza européia, e do outro, as lendas heróicas do sertão brasileiro. E é da união desses dois mundos que nasce o romance de Açucena (Bianca Bin), uma cabocla brejeira criada por lavradores no nordeste do Brasil, sem saber que é a princesa de um reino europeu, e Jesuíno (Cauã Reymond), um jovem sertanejo que desconhece ser filho legítimo do cangaceiro mais famoso da região.
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