Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens

17 janeiro 2013

Juiz manda recolher livros eróticos em livrarias de Macaé-RJ

Trilogia "50 Tons de Cinza"

O juiz Raphael Baddini de Queiroz Campos, em exercício na 2ª Vara de Família, da Infância, da Juventude e do Idoso da comarca de Macaé - RJ, mandou recolher todos os livros de conteúdo erótico que não estivessem acondicionados em embalagens lacradas, considerados impróprios para menores de 18 anos, expostos à venda em duas livrarias da cidade. A ordem foi cumprida na última segunda-feira (14/01), por dois policiais e dois comissários de menores, que se dirigiram à Livraria Nobel e a uma outra loja do gênero cujo nome não foi divulgado, e recolheram o material, de quantidade não foi divulgada.

03 dezembro 2011

Foto inédita mostra Dilma em interrogatório na Justiça Militar

O livro "A vida quer é coragem", escrito pelo jornalista Ricardo Amaral, revela episódios da trajetória da presidente Dilma Rousseff, desde a juventude, em Belo Horizonte, quando ela participou de organizações da luta armada contra o regime militar, até sua eleição para o Palácio do Planalto, no ano passado. Um desses momentos, certamente um dos mais tensos de sua vida, está retratado na inédita fotografia que você vê logo abaixo, tirada em novembro de 1970. Na ocasião, ela tinha apenas 22 anos de idade e acabara de enfrentar exatos 22 dias de tortura. Na imagem, que Ricardo Amaral conseguiu no processo que Dilma respondia perante a Auditoria Militar do Rio de Janeiro, ela estava sendo submetida a um interrogatório.

A "Vida quer é coragem", da Editora Primeiro Plano, cujo título foi tirado de uma citação de Guimarães Rosa escolhida pela própria Dilma Rousseff para seu discurso de posse, chega às livrarias na primeira quinzena de dezembro.

16 maio 2011

“Nós pega o peixe”: o Brasil na contramão da educação

Cada vez entendo menos o Brasil e as iniciativas tomadas por algumas de suas  instituições. O Ministério da Educação, por exemplo, através do Programa Nacional do Livro Didático, resolveu distribuir a obra “Por uma vida melhor”, da coleção “Viver, aprender”, a cerca de 485 mil estudantes jovens e adultos do ensino fundamental e médio.

A publicação faz a defesa do uso da língua popular, mesmo que ela contenha incorreções.

Seus autores alegam que o conceito de se falar certo ou errado deve ser alterado para o que é adequado ou inadequado. Querem um exemplo? Num dos trechos da obra, uma pergunta: "Posso falar “os livro?” Resposta: “Claro que pode, mas dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico”.

02 setembro 2010

Ói, cê num vai creditá di novu traveis



Depois a turma do PT diz que a gente inventa. Antes fosse verdade. Ficaria mais fácil aceitar a máxima do "relaxa e goza", frase muito apreciada, aliás, por Marta Suplicy, um dos ícones do partido. Lembram?


O vídeo que está aí embaixo é uma pérola. Devia ser assistido por todos os brasileiros!


Por isso vou repetir aqui o que já disse no post ÓI, CÊ NUM VAI CREDITÁ, aqui publicado no dia 30 de agosto:

04 abril 2010

A MORTE DAS LETRAS



Segundo o portal Opinião e Notícia, as livrarias são "uma espécie ameaçada de extinção", já que estão fechando ou tendo que se reinventar para enfrentar a concorrência com o e-book, livro eletrônico que começa a dominar o mercado, isso sem falar nas enormes dificuldades que elas já enfrentam na concorrência com as grandes empresas do mercado livreiro, que oferecem descontos com os quais elas não podem competir. Até aí tudo bem! É uma questão de mercado, de livre competição!

Mas uma pergunta me incomoda: como vai ficar nessa história o cidadão que vive abaixo da linha da pobreza, no Brasil e no restante do mundo?