Dei uma geral nas fotografias que venho fazendo há cerca de um ano e vi que entre elas há muitas borboletas. Gosto da simbologia delas.
Na mitologia grega, por exemplo, a personificação da alma é representada por uma mulher com asas de borboleta, e segundo a crença popular local, quando alguém morre, o espírito sai do corpo em forma de borboleta.
Mas o que mais me atrai é a idéia de liberdade que elas transmitem, tema imortalizado no cinema por Leonard Gersche, e encenado na década de 70 no Teatro Ginástico – RJ. Liberdade para a borboletas falava da descoberta do amor e contava a história de um jovem deficiente visual que deixava a casa da mãe para viver sozinho num apartamento no bairro de Santa Tereza – RJ. Gracindo Jr. e a inesquecível Sandra Bréa, que morreu em 2002, eram os atores principais.
