Sustentando o agravamento da seca, HUGO CHÁVEZ decretou emergência elétrica na Venezuela por 02 (dois) meses, anunciando punições aos que ele chama de "esbanjadores"."Se declara o estado de emergência sobre a prestação do serviço elétrico nacional e suas instalações e bens associados por um período de 60 dias prorrogáveis", afirma o decreto 7.228, lido pelo próprio CHÁVEZ antes da assinatura, em cerimônia que foi transmitida pela televisão. O decreto autoriza o ministério de Energia Eléctrica a decidir de maneira excepcional as medidas especiais que considera pertinentes para garantir à população o fornecimento de energia elétrica.
Assim, o Executivo terá o poder de autorizar a compra de energia elétrica de fornecedores nacionais ou estrangeiros para suprir a demanda do país, além de contratar de maneira direta funcionários terceirizados, sem a necessidade de uma licitação pública, como obriga a lei fora do estado de emergência.
Como já frisei acima, CHÁVEZ alega que o que motivou sua iniciativa é a seca que afeta o país, mas não fez qualquer menção a um sistema elétrico em colapso peorque não recebeu os investimentos necessários, mais ou menos como vem ocorrendo aqui no Brasil. Varrendo prá debaixo do tapete suas próprias limitações administrativas, advertiu que vai punir os clientes residenciais e comerciais do país que não reduzirem o consumo de energia elétrica, com sanções que vão de multas nas contas até o corte por tempo indeterminado do serviço.
"Todos aqueles altos consumidores (residenciais) que não reduzirem a partir de hoje o consumo em no mínimo 10% receberão uma multa na conta mensal de 75% sobre o que pagam", anunciou CHÁVEZ. "Para aqueles que aumentarem o consumo em 10% ou mais, será aplicada uma taxa de 100%. Se você aumentar acima de 20%, a conta residencia vai subir 200%", completou.
O governo da Venezuela considera alto consumidor residencial a casa que demanda mais de 500 quilowatt-hora (Kwh) ao mês. A medida, segundo CHÁVEZ, tem um "aspecto positivo" e pretende motivar os usuários. "Se você reduzir entre 10% e 20%, vai receber um desconto de 25%, e se a redução chegar a 20% ou mais se deconta 50% da fatura", disse.
A medida também afeta os estabelecimentos comerciais que não reduzirem em um período de dois meses o "alto consumo" (superior a 25 quilovolt-ampere) em 20%.
"No primeiro descumprimento se notificará com um cartaz na entrada do estabelecimento. A reincidência será punida com a suspensão de 24 e 48 horas, e depois, no caso de reincidir, o corte será por tempo indefinido", alertou o presidente.
Assim, o Executivo terá o poder de autorizar a compra de energia elétrica de fornecedores nacionais ou estrangeiros para suprir a demanda do país, além de contratar de maneira direta funcionários terceirizados, sem a necessidade de uma licitação pública, como obriga a lei fora do estado de emergência.
Como já frisei acima, CHÁVEZ alega que o que motivou sua iniciativa é a seca que afeta o país, mas não fez qualquer menção a um sistema elétrico em colapso peorque não recebeu os investimentos necessários, mais ou menos como vem ocorrendo aqui no Brasil. Varrendo prá debaixo do tapete suas próprias limitações administrativas, advertiu que vai punir os clientes residenciais e comerciais do país que não reduzirem o consumo de energia elétrica, com sanções que vão de multas nas contas até o corte por tempo indeterminado do serviço.
"Todos aqueles altos consumidores (residenciais) que não reduzirem a partir de hoje o consumo em no mínimo 10% receberão uma multa na conta mensal de 75% sobre o que pagam", anunciou CHÁVEZ. "Para aqueles que aumentarem o consumo em 10% ou mais, será aplicada uma taxa de 100%. Se você aumentar acima de 20%, a conta residencia vai subir 200%", completou.
O governo da Venezuela considera alto consumidor residencial a casa que demanda mais de 500 quilowatt-hora (Kwh) ao mês. A medida, segundo CHÁVEZ, tem um "aspecto positivo" e pretende motivar os usuários. "Se você reduzir entre 10% e 20%, vai receber um desconto de 25%, e se a redução chegar a 20% ou mais se deconta 50% da fatura", disse.
A medida também afeta os estabelecimentos comerciais que não reduzirem em um período de dois meses o "alto consumo" (superior a 25 quilovolt-ampere) em 20%.
"No primeiro descumprimento se notificará com um cartaz na entrada do estabelecimento. A reincidência será punida com a suspensão de 24 e 48 horas, e depois, no caso de reincidir, o corte será por tempo indefinido", alertou o presidente.
Prá fechar, deixo à sua reflexão a pergunta feita no blog do amigo RODRIGO CONSTANTINO:
"O caudilho venezuelano, que está afundando a Venezuela numa baita crise, já declarou que votaria em Dilma se fosse brasileiro. E você, prezado leitor, vai votar na mesma candidata do gorila "bolivariano"? A Venezuela socialista e, portanto, miserável e autoritária, representa o seu ideal de país?
"O caudilho venezuelano, que está afundando a Venezuela numa baita crise, já declarou que votaria em Dilma se fosse brasileiro. E você, prezado leitor, vai votar na mesma candidata do gorila "bolivariano"? A Venezuela socialista e, portanto, miserável e autoritária, representa o seu ideal de país?
Será que é preciso muito pensar prá responder?

















