O jornal O Globo (06/07) exibe matéria onde afirma que "o mau desempenho do Rio no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2009, divulgado no último fim de semana pelo Ministério da Educação (MEC), apresenta resultados ainda mais preocupantes se forem levadas em conta apenas as escolas estaduais e desconsideradas as instituições de ensino privadas. No caso do ensino médio, em que a situação é mais grave, o índice geral fluminense, de 3,3, cai para 2,8 na rede pública estadual. Nota menor do que a meta definida para o estado (2,9), e que põe o Rio na penúltima posição entre os estados brasileiros nesse ranking, à frente apenas do Piauí e empatado com Alagoas, Amapá e Rio Grande do Norte".
Há muito tempo, por pura incompetência e falta de interesse político, até porque o voto fica mais fácil quando o eleitor é menos esclarecido, o Rio de Janeiro e demais Estados da Federação enfrentam a má qualidade do ensino em todos seus segmentos.
Baixos salários, falta de treinamento e reciclagem profissionais, insegurança, são alguns dos fatores que levam o professor, na minha opinião o personagem mais importante no desenvolvimento social e educativo de qualquer criança, a perder a interesse pelo que faz e até mesmo abandonar o magistério.
