O jornal O Globo de hoje (08/07) estampa uma reportagem que serve de alento aos ideais democráticos de todos os países do mundo. Cuba está anunciando a libertação de 52 presos políticos julgados sumariamente e condenados a penas de até 20 anos de prisão, simplesmente porque "pensaram" diferente de Fidel Castro.
Não vou tecer comentários acerca dos problemas erguidos entre Cuba e os Estados Unidos, primeiro porque, confesso, não os conheço a fundo, e depois porque após tanto tempo nem eles, cubanos e americanos, devem consiguir explicar o porque de tanta incompreensão e intolerância. Diz a matéria do jornal carioca, que é assinada por Cristina Azevedo:
"Por sete anos, elas saíram pelas ruas de Havana vestidas de branco, levando palmas e exigindo a libertação de maridos e filhos. Mas, ontem, o clima era de surpresa, expectativa e alegria entre as Damas de Branco, depois de a Arquidiocese de Havana comunicar que o governo se comprometera a libertar os 52 prisioneiros que restam dos 75 detidos na Primavera Negra, em 2003.
