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16 abril 2014

Será que não temos um pouco de culpa na morte do pequeno Bernardo?

Bernardo Uglione Boldrini (foto: reprodução)

O caso do menino Bernardo Uglione Boldrini, de apenas 11 anos, que a polícia gaúcha encontrou enterrado em um matagal, na beira de um rio no interior de Frederico Westphalen, no Norte do Rio Grande do Sul - RS, chocou todo o país, além, é claro, dos moradores e autoridades da cidade de Três Passos, onde ele morava com o pai e a madrasta depois que sua mãe, Odelaine Uglione, segundo a polícia, suicidou-se. O menino se queixava de abandono familiar, e de acordo com a delegada Caroline Virginia Bamberg, responsável pela investigação, chegou a procurar o Judiciário para tentar morar com outra família. De acordo com a polícia, ele foi morto com uma injeção letal. Ainda não há muitos detalhes, já que o caso está sob segredo de Justiça, mas já se sabe que uma mulher, amiga de Graciele Ugolini Boldrini, a madrasta de de Bernardo, foi quem relatou à polícia onde o corpo do garoto foi enterrado, o que reforça a ideia do envolvimento dela, do pai do garoto, Leandro Boldrini, e de Edelvania Wirganovicz, a amiga de Graciele, no crime. 

18 outubro 2013

Deputado denuncia punição de policial militar que evitou assalto

Foto: reprodução

De acordo com denuncia feita na Assembleia Legislativa de São Paulo - SP pelo deputado Major Olímpio (PDT), o capitão PM Antonio Bernardo, que enfrentou e baleou um bandido, evitando o roubo de uma moto no último sábado (12/10), foi afastado de suas atribuições e encaminhado ao Programa de Reabilitação da corporação, o que é encarado pela tropa como uma espécie de punição. Segundo ele, o policial ficará seis meses afastado da ativa.

10 maio 2011

Todo bandido é igual perante a lei?

Os vereadores cariocas estão de parabéns. Após 20 anos sem frota própria, a Câmara Municipal do Rio revelou ontem (09/05) que aprovou a compra de veículos para os seus valorosos parlamentares, o que já estava decidido desde março, depois de uma reunião da Mesa Diretora. O modelo já foi escolhido: é o novo modelo do sedã Jetta, da Volkswagen, cuja versão mais simples custa R$ 65.755.

A decisão beneficia os 51 vereadores da Casa, mas 7 deles, naquele joguinho de cena que a gente já conhece, afirmaram que não querem os carros. Essa brincadeira vai custar ao bolso do cidadão fluminense exatos R$ 2,783 milhões. O motivo da compra, segundo a assessoria da Câmara, é que “a casa estava com recursos suficientes para adquirir carros oficiais”.