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07 julho 2011

Chorando com arte

Jill Greenberg, fotógrafa norte-americana, nasceu em Montreal – Canadá, em julho de 1967, e cresceu em um subúrbio de Detroit. Formou-se em fotografia, no ano de 1989, na Rhode Island School of Design. Foi morar em Nova Iorque, mudando depois para Los Angeles, onde se casou.

Greenberg fez diversos trabalhos comerciais para empresas como a Philip Morris, Microsoft, Compaq, Polaroid, Dreamworks, Sony Pictures, Paramount Pictures,MGM, Disney, Fox, Coca-Cola, Pepsi, Smirnoff, MTV, Warner Bros, Sony Music e Atlantic Records. Suas fotografias já foram publicadas nas capas de revistas como a Time, TV Guide, Newsweek, E.U. News and World Report, Wired, Entertainment Weekly, entre inúmeras outras.

Sua obra já foi caracterizada em Harper's, The New Yorker, The New Republic e várias outras publicações, além de mostrada em ClampArt, em Nova York, e Fahey/Klein em Los Angeles. Suas obras já foram exibidas em Adelaide, na Austrália, São Francisco, Chicago e diversas outras cidades.

16 abril 2011

Susto e choradeira

Pura maldade! Os dois molequinhos levaram um baita susto!





19 dezembro 2010

A primeira vez que chorei por uma mulher...

Eu tinha apenas 17 anos de idade quando conheci Dagmar. Ela era linda! O tipo da mulher que os padrões de hoje classificariam como “sexy”, ou na linguagem mais popular, “gostosa”. Trabalhava em um escritório de advocacia que ficava nos fundos da organização contábil onde ela era técnica em contabilidade. Olhava-a de longe, com medo que ela percebesse. Ela era mais velha que eu cerca de 4 ou 5 anos. Ouvi dizer que tinha um filho. Eu me apaixonei por ela e me contentava em vê-la passar e sorrir pra mim. Ela me despertava os mais loucos desejos, mas na verdade, o que eu tinha muita vontade de fazer era deitar minha cabeça no colo dela e não pensar em mais nada, esquecer do mundo.

Tinha raiva de todos os homens que a olhavam, como se ela fosse uma "coisa" que eles poderiam usar a qualquer momento e depois jogar fora. Alguns iam ao escritório do meu antigo patrão só pra admirá-la, mas ela se mostrava indiferente a todos os gracejos e insinuações. Cumprimentava a todos com educação, mas nunca a vi com ninguém.