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24 junho 2011

Michael Jackson: dois anos de saudade

No dia 25 de junho de 2009 o mundo da música pop perdeu Michael Jackson. Ele começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade. Iniciou a carreira profissional aos onze anos como vocalista do Jackson Five, partindo para a carreira solo em 1971, mesmo ainda integrando o grupo. Nos anos seguintes foi apelidado de King of Pop. Cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos no mundo em todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e History: Past, Present and Future – Book (1995). Sua gravadora foi a Motown, responsável pelo sucesso do grupo e do próprio Michael Jackson.

No início dos anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música rock e música pop e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV. A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como Beat It, Billie Jean e Thriller foi responsável pela transformação do vídeo musical e pela fama do próprio canal. Vídeos como Black or White e Scream, por exemplo, mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Michael Jackson durante a década de 1990.

19 dezembro 2010

A primeira vez que chorei por uma mulher...

Eu tinha apenas 17 anos de idade quando conheci Dagmar. Ela era linda! O tipo da mulher que os padrões de hoje classificariam como “sexy”, ou na linguagem mais popular, “gostosa”. Trabalhava em um escritório de advocacia que ficava nos fundos da organização contábil onde ela era técnica em contabilidade. Olhava-a de longe, com medo que ela percebesse. Ela era mais velha que eu cerca de 4 ou 5 anos. Ouvi dizer que tinha um filho. Eu me apaixonei por ela e me contentava em vê-la passar e sorrir pra mim. Ela me despertava os mais loucos desejos, mas na verdade, o que eu tinha muita vontade de fazer era deitar minha cabeça no colo dela e não pensar em mais nada, esquecer do mundo.

Tinha raiva de todos os homens que a olhavam, como se ela fosse uma "coisa" que eles poderiam usar a qualquer momento e depois jogar fora. Alguns iam ao escritório do meu antigo patrão só pra admirá-la, mas ela se mostrava indiferente a todos os gracejos e insinuações. Cumprimentava a todos com educação, mas nunca a vi com ninguém.

16 outubro 2010

Viajando com o Rei Roberto Carlos

Eu falo muito de política, de pessoas, de música, de questões ambientais, educação, cultura, enfim, um pouco de muitos temas diferentes. Não costumo falar de mim mesmo, até porque não tenho muita pra contar, mas hoje resolvi fazer uma exceção e narrar um causo interessante, uma experiência, ao menos pra mim, muito gostosa e cheia de saudades.
Uma das coisas que mais adoro é a música. Além de alegrar e descontrair qualquer ambiente, a música também é capaz de nos transportar pelo tempo, um sonho que o homem jamais conseguiu realizar.
Em determinadas ocasiões, ao som de algumas canções, se fecharmos os olhos, teremos a nítida impressão de que podemos nos deslocar por uma estrada invisível e reviver a emoção do reencontro de amigos e momentos que ficaram no passado.
Foi o que me aconteceu comigo ontem (15/10), quando saí de Nova Iguaçu, onde moro e tenho meu escritório, para ir ao centro da Cidade do Rio de Janeiro – RJ, dar uma olhada em alguns processos. De ônibus e em condições normais de trânsito, minha viagem dura cerca de 1 hora. Ontem, não sei porque cargas d’água, levei quase 2 horas e meia para chegar ao meu destino. Tudo bem! Fazer o quê?

15 abril 2010

VOCÊ CURTIU O "BOLACHÃO"?

Quem, agarradinho a alguém, não sentiu seu coração bater mais depressa, as pernas tremerem e a garganta secar, ao som de um vinil, nos bons tempos do bolero e da Jovem Guarda?

Você sabia que o Brasil vendeu mais de 31 mil unidades de discos de vinil em 1990, e que esse número caiu para pouco mais de mil em 1996, quando os CD's estouraram? Aposto que não!

Mas não pense que o bolachão morreu. A Polysom, única fábrica de vinil da América Latina está reabrindo suas atividades e quer mostrar que essa atividade está bem viva e ganhando fôlego.

25 janeiro 2010

UM ANO SEM LUIZA



Ontem, dia 24 de janeiro, fez um ano que a LUIZA, essa coisinha linda da foto aí em cima nos deixou, depois de uma enorme luta contra um grave problema neurológico.


Eu só a conheci através de fotos no ORKUT, mas senti demais a sua partida, e a tristeza só não foi maior em razão do texto que foi deixado pela família na comunidade criada em homenagem a ela.

A mensagem é muito real e verdadeira:


“A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável. O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim. Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecida se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem"!

Saudades de você, LUIZA...