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19 fevereiro 2010

UM PRÊMIO À VIOLÊNCIA

A liberação de um dos assassinos de JOÃO HÉLIO, o menino que foi arrastado por várias ruas do Rio de Janeiro preso ao cinto de segurança do carro que era dirigido por sua mãe, não há outra forma de expressão, planta no coração de cada um de nós, ciadadãos de bem, uma profunda revolta, e faz cada vez mais forte a convicção de que o crime compensa.
E isso acontece com o incentivo das próprias autoridades, do legislador que deveria proteger a sociedade. Por que? Porque ano após ano, sociólogos, filósofos e defensores da minoria oprimida (que existe, mas não precisa ser criminosa!) vêm instilando na consciência de nossa sociedade a idéia de que o bandido, o marginal, o criminoso é pura e simplesmente "uma vítima da sociedade", e que pode ser "reabilitados" e devolvidos ao convívio social depois de uma passagem pelas instituições de "recuperação" criadas pelo próprio sistema estatal.