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| Joaquim Barbosa (foto: reprodução) |
Fazer com que a lei seja cumprida é tarefa cada vez mais difícil no Brasil. Além das brechas criadas pela própria legislação, algumas entidades, que deveriam se por ao lado do cidadão comum, de forma estranha e incompreensível, apressam-se a defender o interesse de bandidos e corruptos apenados pela justiça, o que se conclui da nota oficial distribuída pela Comissão Brasileira Justiça e Paz - CBJP, ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, que critica as decisões de Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal - STF, na questão da execução das penas dos condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão.














