Que comemoração é essa que consegue envolver toda a humanidade e é tida por muitos como a maior festa da cristandade? Que fluídos mágicos ela possui, a ponto de encher os nossos corações de todos os sonhos possíveis e imagináveis? Que época é essa onde toda a fantasia é permitida, até mesmo nos corações mais endurecidos? Essa festa é o Natal!
Ainda que alguns de seus símbolos, como a neve, o trenó e as renas, não façam parte do nosso cotidiano, ninguém consegue ignorar a data, cujo personagem central é um velhinho vestido com roupas de lã vermelha e calçando botas, pura ilusão para a grande maioria, mas um sonho de amor e paz para os que ainda acreditam na magia de um presente, por mais simples que ele seja, no abraço de um amigo ou parente, enfim, na utópica confraternização entre os povos.
Mesmo quem não reconhece a data, acaba fazendo concessões: é um presentinho aqui, outro ali, um cartão de Natal, um cumprimento, uma estrelinha na porta da casa, algumas luzes que acendem e apagam.
Segundo li, e me perdoe quem tiver definição melhor, a comemoração do Natal vem da distante Idade Média, quando a Igreja Católica criou a data em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. Segundo consta, a adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, teria sido levada a Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data da comemoração ficou conhecida pelos cristãos como o dia do nascimento de Jesus Cristo. Conta a Bíblia que um anjo surgiu e disse a Maria que ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, ela e o marido, José, viajaram de Nazaré para Belém, lá chegando na noite de Natal. Sem um lugar para dormir, eles tiveram que se acomodar em um estábulo. Foi ali, entre bois e cabras, que Jesus nasceu, foi enrolado em panos e deitado em uma manjedoura.
Muitos se apressaram a visitar o local, inclusive três reis magos, que viajavam há dias seguindo uma estrela. Quando chegaram ao estábulo, ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No caminho de volta, espalharam a notícia de que Jesus Cristo, o filho de Deus, havia nascido.
Não sei qual é a sua crença, mas isso não importa! O que conta é que estamos em tempos de sonhar: com muito amor, saúde, paz e fraternidade! É isso que desejo a todos os amigos que prestigiaram esse pequeno espaço da blogosfera!
FELIZ NATAL E UM MARAVILHOSO ANO NOVO!!!