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05 setembro 2012

Professora é impedida de trabalhar por causa de um câncer curado

Mônica Reichert Weyh, de 23 anos, professora de matemática do município de Feliz, no Vale do Caí, Rio Grande do Sul, vem enfrentando uma situação no mínimo absurda. Enquanto alunos de duas escolas do município estão sem professores na matéria que é sua especialidade, ela vem sendo impedida de dar aulas pela Secretaria Estadual da Educação - Seduc porque foi reprovada numa perícia médica onde ela informou que já teve um câncer linfático.

Tudo começou com algumas dores no pescoço, até que em maio do ano passado ela recebeu a trágica notícia. A partir daí, foram cinco dias em coma e vários meses de quimio e radioterapia, e para não perder todo um semestre na universidade, ela pediu e foi autorizada a estudar em casa. O esforço valeu a pena, e mesmo com toda a dor e sofrimento, ela conseguiu terminar o curso e se formar em matemática.

10 março 2012

Reynaldo Gianecchini e a emoção da volta

Numa entrevista sincera e cheia de emoção, Reynaldo Gianecchini conta a Sandra Annenberg todos os detalhes do drama que enfrentou desde a descoberta de um câncer no sistema linfático e a sua alegria de voltar aos palcos do Teatro Faap, na próxima terça-feira (13/03), em São Paulo, com a peça "Cruel", que saiu de cartaz quando ele descobriu a doença.

Gianecchini lembrou as seis sessões de quiomioterapia e o autotransplante a que foi submetido.

- O transplante é a parte mais pesada, como se fosse uma super-hiper-megaterapia. Dói, você fica por dentro como se estivesse em carne viva, mas passa tão rápido... O certo seria evitar lugares cheios, evitar gente gripada, mas é inevitável querer dar um abraço nas pessoas.