Numa entrevista sincera e cheia de emoção, Reynaldo Gianecchini conta a Sandra Annenberg todos os detalhes do drama que enfrentou desde a descoberta de um câncer no sistema linfático e a sua alegria de voltar aos palcos do Teatro Faap, na próxima terça-feira (13/03), em São Paulo, com a peça "Cruel", que saiu de cartaz quando ele descobriu a doença.
Gianecchini lembrou as seis sessões de quiomioterapia e o autotransplante a que foi submetido.
- O transplante é a parte mais pesada, como se fosse uma super-hiper-megaterapia. Dói, você fica por dentro como se estivesse em carne viva, mas passa tão rápido... O certo seria evitar lugares cheios, evitar gente gripada, mas é inevitável querer dar um abraço nas pessoas.