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Jênice com Maria Clara (Foto: AE/Evelson de Freitas) |
O avanço da medicina já permite que bebês sejam elaborados em laboratórios, onde são concebidos via fertilização assistida com a seleção prévia de embriões, e tenham seus tecidos (sangue do cordão umbilical ou parte da medula óssea) usados, algum tempo depois de nascerem, em transplantes cujo objetivo é curar irmãos mais velhos portadores de doenças genéticas, o que se torna possível porque eles são geneticamente selecionados para nascerem sadios.