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05 agosto 2014

Ex-mulher é chave de cadeia?

Foto: Dando Pitacos

Quando tudo está bem, elas curtem a vida e se beneficiam das vantagens que as atividades, digamos, não muito éticas dos maridos lhes propiciam. Mas quando a relação azeda, elas põem a boca no trombone e detonam o ex-parceiro. Será esse um comportamento padrão entre as mulheres de políticos, magistrados, fiscais e famosos? Aguns casos demonstram que sim. As denúncias feitas por Vanessa Felippe contra o ex-marido, o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ), por exemplo, trazem à lembrança outros casos que se tornaram famosos por envolver brigas de casais no meio político, no Judiciário e no governo. Bethlem nega haver recebido uma mesada de uma ONG e de manter conta em um banco na Suíça, segredos tornados públicos por Vanessa.

04 agosto 2009

O Samurai collorido

Segundo o portal WIKIPÉDIA, "o samurai era uma pessoa muito orgulhosa, tanto que se seu nome fosse desonrado ele executaria o seppuku", pois "era preferível morrer com honra do que viver sem honra. Seppuku, convém esclarecer, era "o suicídio honrado de um samurai em que usa uma tanto (faca) e com ela enfia no estômago e puxa para cima cortando tudo o que tem por dentro. Uma morte dolorosa e orgulhosa".

Esse personagem me veio à mente ontem à noite, não me interprete mal o honrado povo japonês, quando assisti, diga-se de passagem, envergonhado como cidadão e eleitor, à admoestação grosseira e mal educada que o senador FERNANDO COLLOR dirigiu ao seu companheiro PEDRO SIMON. Não que PEDRO SIMON mereça um tratamento mais respeitoso. Quem não pode ser desrespeitada dessa forma é a sociedade brasileira, os chefes de família, as mulheres e os jovens de todas as idades que naquele momento estavam à frente de um aparelho de televisão. Tomara que eles se lembrem disso nas próximas eleições!

A postura, a veemência, a pirotecnia gramatical de COLLOR, me fizeram pensar que ele, como um autêntico samurai, empunharia sua katana e daria início a um duelo de vida ou morte com SIMON, em defesa da honra do parlamento brasileiro, ou, sentindo-se ultrajado pelas afirmações de SIMON, praticaria o seppuku, o que seria ótimo!

O estilo, aliás, é o mesmo utilizado por COLLOR quando ele enfrentou LULA nas eleições presidenciais de 1989. Pena que o petista, por falta de caráter ou vergonha na cara, já não se lembre disso, e hoje divida com ele o mesmo espaço político, onde se vende até mesmo a alma pela manutenção do poder! E o mais incrível é que COLLOR culpa a mídia pelos crimes cometidos no Senado, como se estivesse acometido da mesma esquizofrenia de que padece o venezuelano HUGO CHÁVEZ. Logo ele, que forjou seu império às custas do jornal A GAZETA DE ALAGOAS, de propriedade de sua família!

Não menos patética foi a cena de RENAN CALHEIROS, de mãos dadas com o COLLOR que ele abandonou no passado, atacando SIMON para defender SARNEY, a velha raposa que debutou na política em 1954, quando foi eleito suplente de deputado federal pelo PSD.

Mas apesar das ameaças de parte a parte, tudo não passou de um ensaio de ópera-bufa, usado apenas para marcar posições, até porque, e isso a sociedade brasileira já sabe de há muito, seus interesses são comuns. São esterco do mesmo pasto! E que ninguém se engane: um "acerto" vem por aí!


ACORDA, BRASIL!!!

15 abril 2009

UMA FRASE PARA A HISTÓRIA DO BRASIL

A frase que vocês vão ler abaixo me foi enviada pela amiga AnaKris.

Não vou tecer comentários sobre ela. Vou deixar essa tarefa para os amigos e leitores do blog. Só vou fazer um esclarecimento como advogado que sou: os Juizados Especiais Criminais a que o senador PEDRO SIMON se refere foram criados para julgar os crimes de menor complexidade, os delitos de menor potencial ofensivo, aqueles crimes que o cidadão se acostumou a ouvir dizer, são punidos como uma "cesta básica".

Diga lá, senador!!!




"Sou obrigado a reconhecer que, com toda a corrupção que teve de um tempo para cá, o que encontramos no governo Collor, deveríamos ter enviado para o juizado de pequenas causas".

05 março 2009

O túnel do tempo

Apoiado por RENAN CALHEIROS, seu velho aliado e líder do PMDB, FERNANDO COLLOR - PTB-AL conseguiu vencer a disputa com IDELI SALVATTI - PT e ganhou o comando da Comissão de Infraestrutura, que deverá avaliar o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC e discutir mudanças no marco regulatório do petróleo em razão da descoberta de novas bacias na área do pré-sal, além de possíveis alterações na legislação das agências reguladoras. Há 20 (vinte) anos, pobre povo sem memória, COLLOR atacava JOSÉ SARNEY, então presidente da República, acusando seu governo de corrupto. Chegou a chamar SARNEY de "batedor de carteira".