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03 março 2014

Jovem capota carro e cai do vão central da ponte Rio-Niteroi

Marina Pinto Borges (foto: reprodução/Facebook)

O adágio popular nos diz que ninguém morre de véspera, ou seja, ninguém deixa esta vida antes da hora, e essa hora, mesmo com todo o conhecimento adquirido pela humanidade, ninguém sabe quando vai acontecer, ainda que em situações de extremo risco, como a protagonizada na manhã desta segunda-feira (03/02) pela jovem Marina Pinto Borges, de 22 anos, que saiu de casa em São Gonçalo - Niteroi - RJ, e se dirigia para o trabalho em Olaria, do outro lado da Baía de Guanabara, dirigindo um Renault Sandero. Depois de perder o controle do veículo na altura do vão central e bater na mureta da Ponte Rio-Niteroi, ela despencou de uma altura aproximada de 50 metros e caiu no mar, segundo a Polícia Rodoviária Federal - PRF.

18 abril 2011

Desmandos das concessionárias de serviços públicos: até quando?

No dia 01 de abril, e não pense que foi piada, uma das 4 mil câmaras transformadoras da Light – salas subterrâneas que guardam transformadores – espalhadas pela Zona Sul e Centro da cidade do Rio de Janeiro, simplesmente explodiu, causando ferimentos em 5 pessoas e destruindo inteiramente um táxi. Dessas câmaras, pelo menos 130 delas ainda precisam ter os equipamentos trocados, o que significa dizer que o carioca está vivendo sobre 130 bombas-relógio que podem explodir a qualquer momento.

A notícia foi postada aqui no Dando Pitacos, e na ocasião esclarecemos que “esse foi apenas mais um dos vários acidentes do mesmo tipo ocorridos no Rio de Janeiro, todos com vítimas, além de prejuízos materiais e sérios transtornos à cidade". Dissemos também que "os problemas nas galerias subterrâneas da Light já são de conhecimento da Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel, que é quem fiscaliza as concessionárias fornecedoras de serviços públicos em todo o país. No fim de 2009, a agência multou a empresa em R$ 9,5 milhões por falhas de manutenção e operação. Numa fiscalização, técnicos da agência identificaram equipamentos em fim de vida útil e sobrecarga na rede subterrânea, problemas que se concentravam em Copacabana, Ipanema, Leblon, Lagoa e Centro. Na época, a Aneel determinou que a Light apresentasse um plano emergencial para identificar e eliminar todos os pontos vulneráveis".