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03 março 2014

Jovem capota carro e cai do vão central da ponte Rio-Niteroi

Marina Pinto Borges (foto: reprodução/Facebook)

O adágio popular nos diz que ninguém morre de véspera, ou seja, ninguém deixa esta vida antes da hora, e essa hora, mesmo com todo o conhecimento adquirido pela humanidade, ninguém sabe quando vai acontecer, ainda que em situações de extremo risco, como a protagonizada na manhã desta segunda-feira (03/02) pela jovem Marina Pinto Borges, de 22 anos, que saiu de casa em São Gonçalo - Niteroi - RJ, e se dirigia para o trabalho em Olaria, do outro lado da Baía de Guanabara, dirigindo um Renault Sandero. Depois de perder o controle do veículo na altura do vão central e bater na mureta da Ponte Rio-Niteroi, ela despencou de uma altura aproximada de 50 metros e caiu no mar, segundo a Polícia Rodoviária Federal - PRF.

08 fevereiro 2014

Garoto se arrisca para salvar filhote de cervo de enchente em Bangladesh

Foto: reprodução

Enquanto uns destroem e matam sem qualquer explicação, outros, imbuídos do sentimento de ajuda ao próximo, chegam a arriscar a própria vida por um simples animal. É o caso do garoto Belal, que segundo a agência de notícias britânica Caters, pôs em risco o próprio pescoço para salvar um filhote de cervo em uma enchente em Bangladesh, país asiático rodeado quase por inteiro pela Índia. Ele pulou nas águas agitadas do Rio Noakhali para resgatar o animal, segurando-o apenas com uma mão acima de sua cabeça.

02 novembro 2013

Judiciário do Rio admite incapacidade para proteger foruns

Foto: reprodução

A situação do Rio de Janeiro em termos de segurança é vergonhosa e merece a nossa reflexão. As Unidades de Polícia Pacificadora - UPP's, utilizadas como propaganda política pelo governo do Estado, começam a dar mostras de que não funcionam a contento, conclusão a que se chega até com certa facilidade depois de episódios como o do ajudante de pedreiro Amarildo e dos últimos tiroteios ocorridos em algumas comunidades. Mas isso não é o pior. Com a ocupação de alguns morros do centro da antiga Cidade Maravilhosa, a população marginal vem se refugiando na Baixada Fluminense, Na Zona Oeste e Região dos Lagos, onde os índices de violência, segundo se tem notícia, aumentam vertiginosamente, sem que as autoridades competentes tomem qualquer providência.