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08 fevereiro 2013

Preso esconde celular no reto, mas é traído pelo toque do aparelho

Raio-X mostra o celular no reto do prisioneiro (foto: AFP)

Já vi de um tudo em matéria de tentativas para driblar a segurança de presídios na hora de entrar ou manter nas celas um telefone celular, mas essa, confesso, eu ainda não conhecia. Um preso da cadeia de Colombo, capital do Sri Lanka, tentou esconder seu telefone celular durante uma inspeção, mas foi descoberto quando os guardas ouviram toques vindos de suas nádegas. É isso mesmo! O sujeito enfiou o telefone no reto e só teve a manobra descoberta porque alguém ligou para ele justamente na hora da revista.

12 novembro 2012

José Dirceu é condenado a 10 anos e 10 meses de cadeia

José Dirceu

Hoje (12/11), o Supremo Tribunal Federal - STF deu números finais ao cálculo da pena do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, apontado pela corte como o mandante do esquema do mensalão e condenado por formação de quadrilha, a 2 anos e 11 meses de reclusão, e por corrupção, a 7 anos e 11 meses também de reclusão. Somadas as penas, o ex-todo poderoso ministro de Lula foi condenado a 10 anos e 10 meses de cadeia, mais a multa de R$ 676 mil, que equivale a 260 dias-multa no valor de 10 salários mínimos vigentes na época do cometimento dos crimes (R$ 260).

15 maio 2012

Venda de calcinhas na porta da cadeia "esquenta" visitas íntimas

Quando a gente pensa que já viu de tudo, surge uma novidade. Para cada dificuldade, sempre surge uma solução. Preste atenção nesta história.

Isa Gonzaga, 48 anos, uma cearense que de boba não tem nada, arranca seu sustendo de uma atividade no mínimo inusitada: ela aluga e vende peças de lingerie, nos dias de visita, para as mulheres dos detentos que cumprem pena no Centro de Detenção Provisória do Belém I e II, na Zona Leste de São Paulo - SP. O aluguel de sutiãs e o preço das calcinhas varia entre R$ 5 e R$ 10.

- Essa é P. Mas a gente tem até o GG - explica Isa, rodando uma espécie de varalzinho com vários modelos pendurados.

A ideia de vender lingerie na porta da cadeia, segundo Isa, surgiu da demanda das mulheres dos detentos, que querem usar modelos mais provocantes para "esquentar" a visita íntima, que dá direito a sexo.