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04 março 2014

Carnaval ajuda a espalhar a "doença do beijo"

Foto: reprodução

Se o diagnóstico estiver correto, o país pode ter que enfrentar uma verdadeira epidemia, causada, acreditem, pela mononucleose, ou "doença do beijo", que é transmitida pelo vírus Epstein-Baar a partir do contato com a saliva contaminada e fica incubada por até 45 dias depois do contágio, o que significa que, até lá, os sintomas podem nem aparecer.

05 janeiro 2013

Crack: o inimigo desconhecido


Visando combater o que considera uma epidemia, o governo federal lançou, no dia 7 de dezembro de 2011, o plano "Crack, é possível vencer", que prevê um trabalho conjunto entre os governos federal, estaduais e municipais nas áreas da saúde, segurança pública, defesa de fronteiras e assistência social, começando a liberar recursos, mesmo sem conhecer detalhes do inimigo a ser batido, ou seja, sem ter a exata noção do problema.

13 dezembro 2012

Crianças e jovens são maioria no "Mapa do Crack" paulista


A questão do crack, um problema de saúde pública até aqui desprezado pelas autoridades do país, já foi abordado por diversas vezes aqui no Dando Pitacos: "Crack: a epidemia da vez", "Crack: um problema de saúde pública", "As meninas do crack" e "Seria cômico, se não fosse trágico..." foram os títulos das matérias através das quais o blog tentou chamar a atenção das pessoas para o problema. O tema de hoje nasce de uma pesquisa mandada fazer pela Assembleia Legislativa de São Paulo - SP. De acordo com os dados por ela colhidos, 67% dos indivíduos atendidos no sistema público de saúde no ano passado em razão do uso crack tinham até 30 anos de idade.

20 janeiro 2012

As meninas do crack

A incompetência, a omissão e a negligência dos governos federal, estaduais e municipais em relação a alguns problemas do nosso cotidiano é algo que impressiona. A facilidade no comércio de armas e drogas, com destaque para o crack, é um destes casos.

Penas são diminuídas e criminosos de alta periculosidade voltam às ruas porque as autoridades de segurança não conseguem administrar a população carcerária; proíbe-se que pessoas e veículos permaneçam sobre bueiros porque, apesar das ameaças feitas sob os holofotes da mídia, o poder constituído não consegue se impor diante da omissão criminosa das empresas concessionárias de serviços públicos; criam-se faxinas em áreas normalmente utilizadas por viciados em crack, o que faz com que eles se dispersem e passem a perambular como zumbis pelas ruas, sem uma forma adequada de tratamento. Varremos a sujeira para debaixo do tapete.

06 novembro 2011

Crack: um problema de saúde pública

O crack vem se espalhando pelo país e já se transformou num dos principais problemas para a maioria dos municípios brasileiros. Uma pesquisa que está sendo feita pela Confederação Nacional de Municípios CNM e será divulgada nesta segunda-feira ouviu 4.400 das 5.563 prefeituras do país, e conclui que para 63,7% delas, o crack já causa problemas extras para os serviços públicos de saúde. Dos municípios consultados, 58,5% informaram que a circulação do crack e de outras drogas também tem provocado problemas preocupantes na segurança, enquanto 44,6% responderam que o serviço de assistência social é outra rede que foi afetada seriamente.

De acordo com a pesquisa, o aumento da violência, onde se pode destacar a crescente incidência de estudantes armados nas escolas (públicas e particulares), é um dos principais problemas.

07 fevereiro 2010

Crack: a epidemia da vez


"O crack, droga derivada da cocaína, está se tornando um flagelo nacional, espalhada pelo país em diferentes classes sociais e tomando até salas de aula, contam Catarina Alencastro e Odilon Rios em reportagem publicada pelo GLOBO neste domingo.


Em Maceió, a imagem dos santos despedaçados, num altar da escola estadual Benício Dantas, virou o símbolo da derrota dos professores na luta contra o tráfico de drogas. Invadida várias vezes, a escola já teve salas, pavilhões, corredores e banheiros destruídos e reconstruídos várias vezes. Há dois registros de tiroteio na escola, o ginásio de esportes virou uma cracolândia, e os alunos fumam maconha nas salas de aula. No turno da tarde, 25% dos estudantes desistiram de estudar na escola ano passado. Casos como esse são rotina em Maceió. Dados do Ministério Público Estadual indicam que 30% dos alunos das 120 escolas da rede pública estadual na capital alagoana, entre 10 e 20 anos, estão envolvidos com o tráfico ou viraram viciados.