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19 novembro 2010

O cravo não brigou com a rosa

Plagiar por plagiar, além de aético e imoral, é crime. É iniciativa de quem não tem criatividade e competência para criar e simplesmente copia, sem lembrar autoria e origem. A prática deve ser combatida e denunciada por todos nós, blogueiros profissionais ou não. Mas pelo amor de Deus, reproduzir uma obra, pela sua qualidade e até interesse público, nomeando, claro, seu autor e fonte, é quase uma obrigação. Eu, pelo menos, penso assim.


É o que acontece em relação ao texto genial que você vai ler abaixo, assinado por Luiz Antonio Simas, mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor de História do ensino médio. Ele é considerado um dos profissionais mais importantes do Rio de Janeiro em sua área de atuação. Publicou em parceria com o caricaturista Cássio Loredano, o livro O Vidente Míope, sobre o desenhista carioca J. Carlos, indicado pela Revista de História da Biblioteca Nacional como uma das publicações mais relevantes da área no ano de 2007. Desenvolve pesquisas sobre a cultura popular carioca, mais especificamente nos campos do futebol e da música popular. Foi o responsável pela pesquisa da exposição Todas as Copas, evento realizado no Brasil e nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo de 1994. Seu trabalho foi considerado pela FIFA como um dos mais completos levantamentos já realizados sobre a história dos mundiais de futebol. É atualmente consultor da área de carnaval do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.

24 outubro 2010

A esperança morreu?

Martha Medeiros é gaúcha e colunista dos jornais Zero Hora, de Porto Alegre – RS, e do O Globo, do Rio de Janeiro – RJ. Não sei quantos admiradores ela tem, só sei que sou um deles, e não perco nenhuma das crônicas que ela escreve aos domingos na Revista O Globo, que vem encartada no O Globo.

Hoje (24/10), ela escreveu:

“Uma coisa é confiar em bons prognósticos, e outra é ficar esperando milagres. Sem querer ofender: a esperança se tornou obsoleta”.

Eu estaria sendo pretensioso se aqui viesse discutir um trabalho assinado por uma profissional como Martha Medeiros, e você vão ver ao final, não é essa a minha intenção. Não discordo do conteúdo do texto, mas de algumas afirmações nele contidas, com todo o respeito. Leia o texto original: