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26 fevereiro 2014

Morre Paco de Lucía, um dos mestres da música flamenca

Paco de Lucía em uma de suas apresentações (foto: reprodução)

O mundo da música, principalmente do violão, perdeu hoje uma de seus astros de maior brilho. Autoridades de Algeciras, sua cidade natal no sul da Espanha, anunciaram hoje (26/02) a morte de Paco de Lucía. O mestre do violão flamenco sofreu um infarto quando brincava com os netos, segundo a assessoria de imprensa. O local exato da morte não foi informado, mas segundo a agência EFE, ela chegou quando o artista estava na praia de Cancún.

14 fevereiro 2013

Banda usa bundas femininas como instrumento de percussão

O músico Jorge Pérez em ação (foto: reprodução)

O Patáx, uma banda espanhola usou a criatividade (e põe criatividade nisso!) para se destacar entre os milhares de vídeos que são publicados no diariamente na internet. Para isso, escolheu um "instrumento" digamos, pouco comum, quatro bundas femininas, para uma de suas gravações. O resultado, como a grande maioria das bobagens que caem no You Tube, já tem mais de dois milhões e meio de visualizações.

21 outubro 2011

Sade Adu está no Brasil


Helen Folasade Adu, a consagrada Sade Adu, nasceu na Nigéria, a 16 de janeiro de 1959, é uma cantora de jazz, da banda Sade, muito popular no Reino Unido.

Apesar de nigeriana, Sade foi criada em Colchester, Reino Unido, onde passou a viver com mãe, a britânica Anne Hayes, quando esta separou-se de seu pai, o nigeriano Adebisi Adu. Cresceu ouvindo mestres do soul como Marvin Gaye, Curtis Mayfield e Donny Hathaway. Apesar disso, a música não foi o seu objetivo inicial, tanto que estudou desenho de moda no St Martin's Art College, mas logo percebeu que precisava de algo mais para ganhar a vida. E foi na escola, ao aderir a uma banda formada por alguns amigos, que ela descobriu seu talento musical.

Muito mais rápido do que poderia esperar, Sade Adu passou a ser a vocalista de uma banda de funk latino chamada Pride.

10 abril 2011

Monstros do Jazz

O Jazz, manifestação artístico musical oriunda dos Estados Unidos, teria surgido por volta do início do século XX, na região de Nova Orleans, e teve seu desenvolvimento mais importante relacionado à cultura popular e criatividade das comunidades negras que ali viviam. Ele se desenvolveu com a mistura de várias tradições musicais, em particular a afro-americana. Esta nova forma de se fazer música incorporava o blues notes, chamada e resposta, forma sincopada, polirritmia, improvisação e notas com swing do ragtime. Os instrumentos musicais básicos utilizados no Jazz sempre foram aqueles usados em bandas marciais e bandas de dança: metais, palhetas e baterias. Mas na verdade, o Jazz, em suas várias formas, aceita praticamente todo tipo de instrumento.

22 maio 2010

E COMO NINGUÉM É DE FERRO...

Não sou um especialista em barzinhos, muito menos nos barzinhos da Lapa, mas não é difícil encontrar dados e informações sobre esse cantinho do Rio venerado pelos cariocas. A Lapa antiga, a Lapa luminosa, múltipla, sonora e boêmia, que artistas e intelectuais chegaram a chamar Montmartre brasileira, perdeu-se no ontem. Ela pode não ter sido uma Montmartre, mas lá conviveram lado a lado os cabarés e o hotéis freqüentado por políticos, as pensões de mulheres e a igreja, as farmácias que vendiam estímulos proibidos e os restaurantes que serviam os melhores bifes. Mundo onde o talento de Portinari, Manuel Bandeira, Villa-Lobos e Di Cavalcanti podia esbarrar em qualquer esquina com a valentia de Meia-Noite, Miguelzinho, Camisa Preta e Edgar, malandros históricos; Madame Satã, contraditória mistura de macheza valente com sensibilidade homossexual, ou mulheres famosas como Marina, Lívia e Boneca ou anônimas como as polacas, as espanholas, as francesas, muitas vindas do interior de Minas.

Não é fácil manter-se atualizado com as informações sobre a Lapa, afinal, ela nunca foi tão globalizada como nos dias de hoje. Por não dormir nunca, a Lapa e seu entorno dos Arcos, é cada vez mais disputado por empresários do setor de entretenimento, que de certa forma, colaboram para fazer da com que a Lapa retome e amplie a sua vocação de reduto da boemia carioca.