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10 agosto 2012

Auxílio-bandido custa mais de R$ 200 milhões só no primeiro semestre

No Brasil, viver dentro da lei, ter caráter e ser honesto, mas ostentar a condição de pobre, com raras exceções, submete o cidadão trabalhador ao salário mínimo, que hoje é de R$ 622,00. 

Você sabia que o "salário-reclusão" ou "salário-bandido", uma invenção dos grandes políticos que elaboraram a nossa Constituição, hoje é de R$ 915,05? Faz sentido isso? Faz sentido agir como cidadão, cumprir as regras? É justo pagar impostos para sustentar criminosos? Por que o Estado paparica marginais em detrimento do homem de bem? Por que é que as políticas sociais brasileiras, via de regra, beneficiam as chamadas "populações em situação de vulnerabilidade", que no caso do crime é opção do criminoso, e desprezam o homem comum, esse imbecil que trabalha, estuda, que se dedica à família, que paga impostos, e que a bem da verdade, sustenta toda a máquina do Estado?

09 setembro 2011

Todos juntos contra a corrupção

MANIFESTO CONTRA A CORRUPÇÃO 
Nos últimos tempos, a sociedade brasileira vem sendo vítima sistemática da prática da corrupção, que é o ato ou efeito de subornar uma ou mais pessoas em proveito próprio ou alheio. Em outras palavras, significa pagar com determinada soma de dinheiro uma pessoa ou grupo de pessoas para realizar algo ilícito, proibido pela lei, pela moral e a boa ética, de modo a beneficiar uma pessoa, um grupo de pessoas, uma empresa, um partido político ou um governo.

15 dezembro 2010

Honestidade: exceção à regra

Foto: Papalvos.blogspot.com
Em tempos de corrupção, principalmente a política, que assalta o bolso do cidadão brasileiro, é muito bom presenciar um exemplo de honestidade, de caráter. Ele foi dado por um metalúrgico de 28 anos, que devolveu uma bolsa com documentos, cartões de crédito, R$ 2 mil em dinheiro e jóias, encontrada em Taubaté, cidade localizada a 140 km de São Paulo. A bolsa pertence à vice-cônsul da Alemanha, Kersting Suhling, que a perdeu no Vale do Paraíba no fim de semana.


Kersting ficou surpresa ao reaver a bolsa, com todos os seus pertences, na delegacia de Taubaté - SP. Ela contou que a perdeu no domingo (12/12) pela manhã, quando, por um engano, acessou a rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro. Segundo ela, parou para pedir uma informação e só mais tarde percebeu que estava sem a bolsa.

O autor da façanha é Carlos Maia Barbosa, que mora na região. Ele entregou a bolsa na delegacia e se preocupou em saber se ela seria entregue à dona. Kersting fez questão de agradecer pessoalmente e foi à fábrica onde ele trabalha, em Taubaté - SP.