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04 janeiro 2015

A vaca tossiu e Dilma puxou o tapete do trabalhador

Foto: reprodução

Com o único intuito de garantir um aumento de cerca de 25% no superavit de suas contas públicas, que não vão lá muito bem das pernas, a uma, pela incapacidade administrativa do Planalto, e, a duas, pela corrupção que assalta o país, o governo federal anunciou regras mais rígidas para a concessão de benefícios como pensão por morte, auxílio-doença, abono salarial, seguro-desemprego e seguro defeso, o que vai afetar futuros beneficiários, tanto do setor público como do Instituto Nacional de Seguro Social - INSS. O arranjo, que pune o trabalhador, virá por meio de duas medidas provisórias que vão depender da aprovação do Congresso Nacional e tem por objetivo economizar R$ 18 bilhões por ano, o que equivale a 0,3% do Produto Interno Bruto - PIB.

10 agosto 2012

Auxílio-bandido custa mais de R$ 200 milhões só no primeiro semestre

No Brasil, viver dentro da lei, ter caráter e ser honesto, mas ostentar a condição de pobre, com raras exceções, submete o cidadão trabalhador ao salário mínimo, que hoje é de R$ 622,00. 

Você sabia que o "salário-reclusão" ou "salário-bandido", uma invenção dos grandes políticos que elaboraram a nossa Constituição, hoje é de R$ 915,05? Faz sentido isso? Faz sentido agir como cidadão, cumprir as regras? É justo pagar impostos para sustentar criminosos? Por que o Estado paparica marginais em detrimento do homem de bem? Por que é que as políticas sociais brasileiras, via de regra, beneficiam as chamadas "populações em situação de vulnerabilidade", que no caso do crime é opção do criminoso, e desprezam o homem comum, esse imbecil que trabalha, estuda, que se dedica à família, que paga impostos, e que a bem da verdade, sustenta toda a máquina do Estado?