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| Foto: reprodução |
Com o único intuito de garantir um aumento de cerca de 25% no superavit de suas contas públicas, que não vão lá muito bem das pernas, a uma, pela incapacidade administrativa do Planalto, e, a duas, pela corrupção que assalta o país, o governo federal anunciou regras mais rígidas para a concessão de benefícios como pensão por morte, auxílio-doença, abono salarial, seguro-desemprego e seguro defeso, o que vai afetar futuros beneficiários, tanto do setor público como do Instituto Nacional de Seguro Social - INSS. O arranjo, que pune o trabalhador, virá por meio de duas medidas provisórias que vão depender da aprovação do Congresso Nacional e tem por objetivo economizar R$ 18 bilhões por ano, o que equivale a 0,3% do Produto Interno Bruto - PIB.






