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17 agosto 2013

O dilema de Renan: continuar no Senado ou governar Alagoas?

Foto: reprodução

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), está vivendo uma dúvida atroz: ele não sabe se concorre à reeleição ou ao governo de Alagoas. E tudo por causa do Judiciário. É que se for eleitor governador de Alagoas, e ele parece ter certeza disso, responderá às acusações de uso de notas frias feitas pelo Ministério Público Federal no Superior Tribunal de Justiça - STJ. Se continuar no Senado, terá que se defender perante o Supremo Tribunal Federal - STF.

04 abril 2013

Racista, homofóbico, misógino, estelionatário e mentiroso

Deputado Marco Feliciano

Numa alusão a abortos que teriam sido feitos por sua mãe, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), atual presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, que é contra a interrupção da gravidez até mesmo de vítimas de estupro, como permite a lei, disse que viu "fetos serem arrancados de dentro de mulheres", o que ela desmente categoricamente.

15 setembro 2011

Jovem americana finge ter câncer e arrecada 17 mil dólares em doações

Tem sempre alguém querendo tirar vantagem sobre os outros. Tem sempre um esperto achando que todo mundo é trouxa. Angie Gomez, uma jovem de apenas 18 anos, espalhou na escola que teria sofrido de leucemia quando ainda criança, e que a doença, infelizmente, teria voltado, razão pela qual os médicos lhe haviam dado apenas mais 6 meses de vida. A triste história se espalhou e acabou por mobilizar alunos, professores, funcionários e a comunidade local.

07 abril 2011

Senadores receberão iPhone 4 e chip 3G para iPad

Nem bem terminamos a postagem sobre a funcionária do Senado que bateu o ponto para 20 coleguinhas durante todo o ano de 2010, e outro fato já desperta a nossa atenção. São situações diferentes, é verdade. No caso da moça do relógio, sem nenhuma dúvida, o delito de estelionato restou configurado, já que sua atitude garantiu uma vantagem ilícita a terceiros, em prejuízo alheio (caso do contribuinte), induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento, como definido pelo artigo 171, do Código Penal.

A questão agora tem a ver com a moral, que é dever de consciência de todo cidadão. Mas esse princípio de há muito foi esquecido pelos homens que integram o Parlamento brasileiro.

De acordo com reportagem publicada ontem (07/04) pelo jornal Correio Braziliense, cada um dos nossos valorosos senadores receberá um iPhone 4 e um chip para acessar a internet através do iPad como parte da renovação do contrato da operadora de telefonia que serve à Casa. Os novos aparelhos já estão disponíveis, e quem quiser já pode trocar o antigo iPhone 3GS, também cedido pelo Senado - pela nova versão do smartphone da Apple.

05 abril 2011

Estelionato puro!

O assunto, você pode acreditar, já anda me dando náuseas. Pior que isso, já notei, analisando as estatísticas do Google, que os acessos ao Dando Pitacos diminuem quando nos referimos a certos assuntos. A baderna institucionalizada nas casas legislativas do país é um desses temas. Toda vez que os discutimos, é interessante, perdemos audiência. O leitor parece conformado com a situação e já não a quer discutir. É uma pena! Essa, certamente, é uma das razões pra tudo continuar como dantes no quartel de Abrantes! Mas quem se dispôs a combater essa doença não pode capitular, não deve calar diante de certos fatos, até porque algumas coisas só mudaram no Brasil dos últimos tempos em razão das denúncias feitas pela mídia em geral e veiculadas na blogosfera. Por isso, vamos conhecer mais um fato pitoresco acontecido no Senado, instituição presidida pelo senador José Sarney.

Para poder avançar na investigação sobre uma funcionária do gabinete de um ex-senador, que batia o ponto para 20 colegas (que por isso não precisavam trabalhar para receber seus salários), a polícia do Senado está esperando receber um documento do serviço de informática da Casa, o Prodasen. Antes da chegada do atual sistema de ponto eletrônico, a secretária, munida de uma lista dos servidores e respectivas senhas, fazia a inserção dos nomes deles nos computadores, garantindo suas presenças nos locais de trabalho. Estelionato puro, já que com isso ela garantia uma vantagem ilícita para terceiros, em prejuízo alheio (do contribuinte, é claro), induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento. Pelo menos, é o que está escrito no artigo 171, do Código Penal.