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Foto: montagem/Dando Pitacos |
Desde que começaram os protestos de rua no Rio de Janeiro, o nosso querido Sergio Cabral (PMDB) parece mais perdido do que cego em tiroteio. No início, prepotente, julgando-se o rei da cocada preta, ele mandou a polícia baixar o pau nos manifestantes, com direito a balas de borracha, gás lacrimogênio e outras coisas do gênero. Como a turma não correu da raia e continuou nas ruas, ele emitiu um decreto criando um grupo para investigar o movimento, com quebra de sigilo e o escambau, ideia logo abandonada. Depois, como Madalena arrependida, reconheceu que não manteve o "necessário diálogo" com a sociedade. Há poucos dias, resolveu que o Parque Aquático Júlio Delamare e o Estádio de Atletismo Célio de Barros, que ele mandou botar no chão, não mais seriam demolidos, pondo em risco o processo de privatização do Maracanã. Depois de utilizar a frota de helicópteros do governo para levar a passear a família, amigos, e até o Juquinha, seu cachorrinho de estimação, ele baixou novo decreto, estabelecendo regras para o uso das aeronaves, coisa do tipo porta arrombada, tranca de ferro, típica do político que quer jogar pra galera. Ontem (05/08), ele postou nas redes sociais a informação de que outro imóvel ameaçado de demolição no entorno do Maracanã, a Escola Municipal Friedenreich, será preservada. Que home bão, não é verdade?